Chapter Text
Várias semanas se passaram e Mo Ran fez jus a sua promessa. Ela com certeza se empenhou em ensinar sua criada a satisfazê-la.
Em qualquer lugar que estivessem, a mais nova era atrevida e não media esforços para conter suas mãos enormes e quentes de levantarem a barra dos vestidos da Chu para bisbilhotar as roupas de baixo da mais velha. Assim, as mãos de sua senhora tinham uma mente própria e achavam seu lugar ideal nas coxas e cintura de Wanning ainda que ambas as mulheres estivessem próximas a outros empregados ou em público. Além disso, para o desespero de Chu Wanning, Mo Ran se divertia imensamente em constrangê-la em público, tocando-a indecentemente quando estavam em alguma loja de roupas ou falando obscenidades no seu ouvido enquanto Wanning escolhia as melhores frutas em um banca humilde na feira da cidade. A mais velha tropeçava em suas palavras e corava como uma flor desabrochando sempre que isso acontecia. Enquanto isso, Mo Ran sorria de canto e parecia bastante entretida em bagunçar a mente de sua subordinada.
Os burburinhos corriam soltos pela mansão e todos os empregados especulavam sobre a relação das duas. Obviamente, notaram a presença diária da Chu nos aposentos da jovem patroa e principalmente os barulhos que vinham de lá. Além disso, as noites em que ela sequer saía do quarto para fazer outras tarefas aumentavam cada vez mais, o que enfurecia as criadas que dividiam tarefas com Chu Wanning durante o dia - porém não podiam contestar, afinal eram ordens da patroa. Assim, elas apenas alimentavam a inveja dentro de si mesmas de quão privilegiada Wanning era por ter a atenção de Mo Ran.
Contudo, apenas Wanning sabia quão torturada ela era quando estava naquele cômodo. Aguentava diariamente as provocações de sua senhora, os toques furtivos, ora duros e doloridos, ora suaves e arrepiantes, aturava as torturas e Mo Ran a forçando a atingir seus limites, os beijos obscenos e as marcas em seu corpo não deixavam mentir que a mais velha era alvo principal da atenção e obsessão da mais nova da mansão Xue.
Chu Wanning perdeu a conta das vezes que teve a oportunidade de dormir enrolada nos lençóis macios e cheirosos de Mo Ran, absolutamente exausta depois das atividades insanas que Mo Ran propunha para ela naquela noite. Apesar de sua crueldade na cama, a jovem senhora parecia estar ficando mais gentil depois de torturar tanto sua criada, colocando o corpo pequeno e frágil da mais velha na banheira quente e até mesmo penteando seus cabelos bagunçados e embaraçados depois de serem puxados e enrolados pelas mãos de Mo Ran. Wanning ficava absolutamente corada sempre que era carregada pelos braços fortes de sua senhora, repousando discretamente o rosto no ombro dela e inalando o perfume hipnotizante que vinha dela, seu coração batia tão forte que ela jurava que Mo Ran podia escutá-lo e se envergonhava ainda mais por ficar tão movida por simples atos de pena de sua patroa.
Essa noite, Wanning preparava novamente o jantar de Mo Ran, recheando, dobrando e colocando os wontons no vapor. A Mo pediu um número absurdo de bolinhos para o jantar de hoje, o que deixava a Chu muito nervoso, uma vez que ela só pedia mais pratos de comida quando convidava alguém para a mansão. Geralmente, esses convidados eram mulheres do interesse de Mo Ran, com vestidos obscenos e lábios pintados de vermelhos, vozes aveludadas e que, mais tarde, estariam gritando entre os lençóis de sua senhora. O rosto de Chu Wanning avermelhou-se por completo com as lembranças e ela quase cortou os dedos pelo menos 3 vezes ao cortar legumes e imaginar o que Mo Ran fazia com essa senhoritas em seu quarto.
Rapidamente, ela levou as pequenas vasilhas fumegantes e colocou-as na enorme mesa de jantar, juntamente de várias garrafas de vinho de flor de pera branca e alguns doces de chá verde que ela sabia que Mo Ran apreciava apesar de não ser tão adepta a doces.
Com a mesa posta, ela poderia chamar a mulher mais nova para o jantar, entretanto seu rosto caiu no chão ao ser ordenada a levar a mesa e os pratos para o quarto da jovem patroa. Felizmente, ela não humilhou tanto Wanning, visto que ordenou que 3 outros funcionários fizessem isso e a Chu apenas ficou aguardando de forma desconfortável pedindo mentalmente que nenhum de seus pratos fossem derrubados durante todo esse trajeto. Se algo acontecessem com os preciosos wontons de Mo Ran, Wanning com certeza não andaria amanhã.
Com os pratos servidos e a mesa, agora, nos aposentos da mais nova, elas se posicionaram na configuração de costume: Mo Ran na ponta da mesa com um copo de bebida na mão e Chu Wanning sentada ao lado servindo o vinho fragrante e aguentando os olhares afiados que faziam seu corpo esquentar e seus pelos se arrepiarem.
Mo Ran tinha algo diferente em seu olhar essa noite e estava mais quieta do que o costume. Chu Wanning roubava olhares de relance na tentativa de ler as expressões da mais nova ou tentar arrancar pelo menos duas palavras da mulher impiedosa, porém sem sucesso, ela continuava com os lábios cerrados e seus olhos penetrando a alma da criada.
"Wanning," Mo Ran chamou, tirando a empregada do seu transe de pensamentos. "Estou com fome," falou simplista, obviamente uma ordem direta para que a Chu servisse seu prato. De imediato, a mais velha começou a colocar os bolinhos vaporizados na vasilha de Mo Ran, juntamente de outros acompanhamentos que estavam dispostos na mesa. Contudo, Mo Ran a impediu agarrando o pulso delicado da criada com uma de suas mãos, um aperto quase dolorido e que trazia memórias de noites passadas naquele mesmo quarto.
Seu rosto corou na mesma hora e obviamente a Mo percebeu, dando um sorriso de lado que apenas piorou o embrulho na barriga de Chu Wanning.
"Não me sirva, Wanning. Eu tenho outros planos para o jantar de hoje." A mulher se levantou da mesa, logo depois tirando todas os alimentos de lá. De repente, ela manipulou o corpo de Wanning e a fez deitar em cima da mesa de madeira, agarrando-a pela cintura e pressionando seu rosto e busto contra a superfície.
"Senhora! O que é isso?" Chu Wanning balbuciou, tentando se apoiar em seus cotovelos para se levantar, mas falhando contra a força e severidade de Mo Ran.
"Fique parada, Wanning. Se continuar se contorcendo, vai derramar minha comida e vou ficar furiosa. E você sabe o que acontece quando fico com raiva, hm?" Wanning engoliu em seco e permitiu que seu corpo relaxasse e ficasse mole contra a mesa comprida, apenas seus pelos se arrepiando por completo ao sentir a respiração quente de sua senhora contra sua pele.
Um a um, Mo Ran desabotoou a fileira de botões na parte de trás do vestido de Chu Wanning, revelando a pele alva e macia de seu dorso. A criada tremia sob a ponta dos dedos da mulher mais nova, novamente sem saber o que esperar dela, sem ter a mínima odeia do que ela faria assim que tirasse seus trajes por completo.
Já era vergonhoso o bastante que ela fora ordenada a não vestir roupas íntimas por Mo Ran, assim, logo que o uniforme fosse descartado por sua patroa, nada mais cobriria seu corpo e ela seria completamente exposta para os olhos famintos da mulher impiedosa que continuava procurando novas formas de humilhá-la.
Mo Ran retirou delicadamente o vestido minúsculo do corpo de Chu Wanning, finalmente expondo a costa e as nádegas da mais velha, estas ainda marcadas pela vareta de bambu que a Mo utilizou nela alguns dias atrás. Wanning lembrava bem como ela chorou e gritou nesse dia, logo depois dormindo enquanto a Mo espalhava um óleo cheiroso em sua pele. Felizmente, pela manhã, as marcas já estavam menos visíveis e sequer doíam.
Chu Wanning se arrepiou ao sentir as pontas dos dedos de sua senhora traçando linhas suaves sobre seu dorso, contornando suas escápulas e descendo pela linha de sua coluna. Ela manipulou o corpo da criada em cima da mesa, fazendo ela deitar-se por completo sobre a madeira e apoiar seu rosto sobre seus braços cruzados.
A Chu não sabia se questionava qual era o objetivo de tudo isso ou se aguardava os próximos movimentos da mais nova. A ansiedade e expectativa borbulhavam em seu estômago e fazia seus sentidos ficarem mais afiados na tentativa de prever o que ela faria. Mo Ran continuava fazendo desenhos aleatórios em seu corpo, correndo suas mãos enormes e quentes pelas pernas, glúteos e dorso da outra, arrancando suspiros e arrepios da mulher desnuda.
De repente, ela sentiu coisas sendo depositadas em sua costa. A pressão dos objetos em seu corpo iam da base de coluna até sua nuca, onde a Mo afastou seus cabelos longos e macios para posicionar seja lá o que ela estava depositando no corpo de sua criada. Era úmido e macio, e Wanning já tinha uma ideia do que seria, mas tinha receio de questionar.
"Não se mexa, Wanning, vai derrubar meu jantar se levantar da mesa." A mais velha permaneceu imóvel e cerrou os lábios ao pensar nas consequências de deixar os wontons favoritos de Mo Ran caírem e se espatifarem no chão. Ela sentiu o molho que trouxe junto do bolinhos no vapor sendo derramado sobre eles e escorrendo pela sua costa e as laterais de sua cintura e seios.
Antes que pudesse reclamar da bagunça que teria que limpar depois, Mo Ran lambeu o molho avidamente, percorrendo sua língua quente e úmida pelos seios pressionados contra a mesa, depois passando por seus ombros e costa e até as covinhas no fim dela, logo depois englobando com a boca um wonton posicionado entre as escápulas delicadas de sua criada.
Chu Wanning tremia com o esforço de se manter parada, além de tentar conter suas reações ao sentir aos mãos e lábios da Mo correndo tão lenta e sensualmente em sua pele, os suspiros e gemidos ficando presos no fundo de sua garganta junto ao nome de sua senhora.
Não ajudava em nada sua situação a forma como Mo Ran suspirava e grunhia profundamente cada vez que comia um novo wonton e depois de lamber a pele arrepiada e sensível, deliciando-se com a comida feita pelas mãos de Chu Wanning e com as reações da mulher nua sob seu domínio. Ela queria devorar Wanning por completo, sentia sua pele fervilhar e sua boca salivar a cada nova reação de sua criada, vendo o pequeno corpo tremular e contrair-se com seus toques e respondendo até mesmo quando Mo Ran não a tocava diretamente.
Wanning estava extremamente corada e tentava esconder seu rosto avermelhado entre os braços a cada vez que a boca de Mo Ran se aproximava de seus pontos sensíveis. Ela lambia sua nuca e fazia seus pelos se arrepiarem totalmente, provocava com beijos as laterais de seus peitos que transbordavam com a pressão contra a mesa de madeira, além dos beijos e lambidas provocantes que se aproximavam cada vez mais de sua bunda empinada e da região entre suas coxas que pouco a pouco se umedecia.
A criada pressionava suas pernas juntas discretamente, ela podia sentir seu prazer vergonhoso escorrendo por suas coxas e mal podia acreditar que estava tão afetada por uma coisa tão banal e que nem poderia ser considerada um ato propriamente sexual. Mo Ran já tinha feito coisas tão piores, humilhantes e invasivas com ela e parecia idiota deixar-se levar por mais um capricho exagerado de sua senhora.
Parecendo satisfeita, Mo Ran suspirou após comer todos os wontons e limpar o corpo de Wanning com a boca.
"Como sempre, seus wontons estavam do jeito que eu gosto, Wanning." A Chu corou com o elogio recebido, virando o rosto para o lado contrário de onde a Mo estava sentada. Mo Ran não deixaria isso acontecer, claro, tomando um punhado do cabelo escuro da mais velha em sua mão e obrigando ela a lhe encarar. Ela tinha o rosto vermelho e os olhos vermelhos e levemente marejados: a imagem perfeita de rendição que a Mo adorava ver no rosto de sua criada.
"Mas, realmente fiquei com sede depois de tantos wontons." Ela disse com um ar pretensioso, erguendo levemente o quadril de Chu Wanning com suas mãos, logo depois derramando um pouco do vinho de pera branca nas covinhas no final da costa da Chu. Wanning assustou-se com o líquido derramado em seu corpo e não pôde evitar arrepiar-se ao sentir a língua de Mo Ran coletando a bebida alcóolica, lambendo e sugando sua pele sensível do jeito mais provocante possível.
Logo depois, a boca atrevida de Mo Ran desceu os beijos e lambidas até as nádegas descobertas, deixando beijos suaves em cada uma das bandas, apenas para inesperadamente morder a carne farta e macia sob suas palmas. Chu Wanning exclamou ao sentir os dentes se enterrarem em seu corpo, tentando erguer seu corpo para tirar a boca viciosa de sua senhora de seu corpo e falhando diante das mãos fortes da Mo segurando seu tronco contra a mesa. Mais da bebida de fragrância suave foi derramada em sua pele, escorrendo por suas coxas e alcançando o lugar quente e pulsante entre suas pernas, misturando-se com o prazer que escorria de sua intimidade. Novamente, Mo Ran usou a boca para se deliciar com o sabor do vinho e da pele de Wanning, o cheiro e gosto do vinho inebriando seus sentidos juntamente ao perfume de haitang que exalava da mulher mais velha, lambendo o espaço entre as coxas deliciosas de Wanning por onde o vinho escorria. Enquanto bebia o vinho dos montes fartos do quadril da Chu, Mo Ran apertava-os com força, deixando as marcas de suas mãos enormes na pele marcada.
Wanning tentava conter seus gemidos e suspiros, mas os lábios e mãos de sua senhora trabalhavam tão bem em seu corpo, tocando-a nos lugares certos e tirando arrepios de seu corpo de forma tão suave. Diferente de outras noites, Mo Ran estava paciente e lentamente surpreendia sua criada com os toques provocantes e arrastados, além da surpresa de comer e beber sobre sua pele.
"Vire-se, Wanning. Ainda quero beber mais vinho." Exigiu e ajudou sua criada a virar o corpo em cima da mesa, expondo seus seios, barriga e monte pubiano antes escondidos quando estava deitada de bruços.
Receosa e envergonhada, a Chu sentou na beira da mesa, deixando suas pernas dobradas e fechadas na tentativa de esconder suas partes íntimas e firmando seus pés no chão para esconder o suas pernas trêmulas. Mo Ran tinha o olhar faminto correndo pelo corpo esguio da mais velha, queimando-a com as faíscas que escapavam por seus olhos e viajavam por toda a pele alva e arrepiada.
De repente, Mo Ran pegou uma pequena e fina corda vermelha de dentro de seu famigerado baú, deslizando a corda por suas palmas para sentir sua maciez.
"O que vai fazer com isso, senhora?" Wanning questionou com dúvidas e temor em sua voz, mesmo que soubesse o que a mais nova faria com aquilo. Sem responder, Mo Ran juntou os pulsos de Wanning com uma mão só, unindo-os na frente do corpo dela e sorrindo de canto ao notar como a posição pressionava os seios dela juntos, exatamente do jeito que ela queria. A Mo enrolou a corda nos membros da mais velha, fazendo alguns nós simples do cotovelo até o pulso, os dedos de Wanning se entrelaçaram como se ela implorasse ou rezasse, porém, ela só faria uma dessas coisas essa noite.
Assim que terminou o trabalho com a corda, Mo Ran pegou uma das garrafas de vinho ainda cheia e derramou uma porção em um pequeno copo de porcelana, logo depois, colocou a borda do copo contra os lábios de Wanning como se oferecesse a bebida alcóolica para ela. Contudo, antes que a mais velha pudesse bebê-la, Mo Ran derramou o vinho em seu queixo e ele deslizou por seu pescoço até alcançar seu busto espremido, assim, o vinho transparente e de cheiro forte se acumulou no espaço entre seus peitos, escorrendo algumas gotas por seus mamilos eretos e pingando na corda escarlate. Wanning fitou sua senhora de forma exasperada. Ela achava que aquilo teria sido um acidente infeliz e que a Mo poderia ficar furiosa ao estragar sua bebida preferida, mas, diferente das suposições de Chu Wanning, Mo Ran tinha uma expressão bastante satisfeita, um pequeno sorriso de canto adornando seus lábios e olhos ardentes que observavam as gotículas deslizarem pelos seios de sua criada com muito apreço.
Mo Ran aproximou-se novamente de Wanning. Seu rosto bem esculpido não conseguindo mais conter o desejo que sentia, assim, ela beijou o lábio inferior da mulher mais velha, deslizando-os até o queixo molhado por bebida e seguindo com seus lábios o caminho que o líquido fez ao ser derramado. Uma trilha de beijos, lambidas e mordidas foram deixadas pelo pescoço delicado da criada, em seguida, suas clavículas foram alvo de atenção dos dentes afiados da Mo, até que, enfim, alcançassem a pequena poça de vinho entre os seios da Chu. Mo Ran sorveu a bebida com gosto, fazendo um barulho vergonhoso e murmurando "mn's" e "ah's" que faziam o rosto de Chu Wanning pegar fogo.
Antes que Wanning pudesse pensar em repreender o comportamento ridículo da mais nova, os lábios de sua senhora se fecharam ao redor de seus mamilos. Ela sugava e lambia os bicos eretos e marrons embebidos em álcool, vez ou outra atritando seus dentes na pele sensível. Wanning estremecia e mordia os próprios lábios para conter os suspiros e choramingos que desejavam escapar, podia sentir seus seios cada vez mais sensíveis e estimulados com os toques de Mo Ran, de tal forma que sua pele fervilhava e era como se correntes elétricas corressem por todo seu corpo e alcançassem o ponto exato onde a Mo chupava e mordia.
Assim, a mais nova limpou toda a bebida antes derramada sobre o corpo de sua criada, usando a língua e os lábios ela não deixou um único lugar intocado no corpo da mulher mais velha.
Ela se afastou momentaneamente para admirar a obra disposta em sua frente: Chu Wanning estava completamente corada e bagunçada, suas bochechas vermelhas e olhos marejados e perdidos, seus cabelos caíam como uma cortina sobre seu busto e seu colo ainda brilhava com a umidade da bebida misturada com a saliva de Mo Ran, os mamilos marrons agora estavam vermelhos e levemente inchados após as provocações da mais nova. Sem falar de seus braços ainda restringidos, onde podia-se ver que a pele em contato direto com a corda estava vermelha e irritada e provavelmente deixaria marcas por alguns dias.
Mo Ran sorriu satisfeita com a imagem de Wanning naquele momento. Exatamente da forma que ela queria, mas, obviamente, poderia melhorar.
"Wanning, você parece estar com sede." A senhora falou, com um brilho de diversão em seu rosto e hilaridade dançando em seu olhar. Chu Wanning a olhou em dúvida, sem realmente compreender o que ela queria insinuar. Por um segundo, ela pensou que a Mo estava sendo piedosa e estivesse checando seu bem-estar durante seus momentos íntimos.
Contudo, antes que pudesse se sentir lisonjeada e ruborizar, uma mão grande de dedos longos e unhas afiadas apertou suas bochechas e obrigou seus lábios a se partirem. De repente, o vinho de flor de pera branca estava sendo despejado em sua boca, novamente transbordando e escorrendo por seu pescoço. Wanning se engasgou levemente com o excesso de líquido e olhou hesitante nos olhos de Mo Ran, sem compreender se deveria engolir a bebida completamente.
"Beba." A Mo ordenou, obrigando a Chu a fechar a boca e pressionando uma mão contra a traqueia da mais velha. Obviamente, a criada obedeceu e tomou o vinho fragrante, sentindo sua garganta queimar com o álcool e o gosto levemente adocicado se espalhar por sua língua. A Chu era relativamente forte para o álcool, podendo aguentar até 3 garrafas de vinho de arroz que sobravam nas festas de fim de ano na mansão dos Xue, porém, de alguma forma, apenas aquele copo pequeno que a Mo a fez tomar foi o suficiente para lhe deixar tonta e fraca.
Mais uma vez, Mo Ran colocou um copo do vinho entre os lábios de Chu Wanning. A Chu tentou recusar, receosa de realmente perder o controle da situação e ficar bêbada na frente de sua senhora. Mas, a Mo era insistente e irredutível, derramando cada gota do pequeno copo na boca de sua criada e observando com satisfação o álcool fazendo efeito em seu corpo pequeno e maleável.
"Senhora, eu não acho que isso seja uma boa ideia." Chu Wanning falou, um pouco embolado e sem fôlego, colocando suas mãos amarradas na frente de sua boca, protegendo-se das doses de bebida que a Mo empurrava.
Pela primeira vez, sua senhora pareceu ouvir seu pedido. Assim, a mais nova colocou o pequeno copo na mesa, seus olhos escaneando o rosto corado e o corpo desnudo da mulher mais velha como um animal que estuda sua presa. Inesperadamente, ela virou o copo e ingeriu a bebida de uma vez só, aliviando a apreensão de Chu Wanning de ter que se embebedar naquela noite. Contudo, antes que ela pudesse cantar vitória, a Mo tomou seu rosto novamente e cuspiu a bebida em sua boca, logo depois dando dois toques em seu queixo - uma ordem silenciosa de que ela deveria fechar a boca.
Petrificada, Chu Wanning não fez nada além de arregalar os olhos e encarar a mais nova. Mais insistente, a Mo deu dois tapinhas na bochecha dela bem leves para não derramar a bebida depositada em sua boca.
"O que está esperando para beber, Wanning? Está recusando a bebida que sua senhora te ofereceu?" A Mo tinha um brilho perigoso em seu olhar, semelhante a quando ela estava prestes a perder a paciência e descontar suas frustrações em algum dos funcionários. Na maioria das vezes, Chu Wanning era o alvo, claro.
Por isso, ela engoliu o líquido de imediato. A bebida estava mais quente que o normal, uma vez que passou primeiramente pela boca quente e úmida de Mo Ran. Finalmente, a expressão da mais nova mudou para satisfação - seus olhos pareciam mais escuros e tinham as pupilas dilatadas, além da língua rosada que umedecia os lábios de tempos em tempos, como se ela fosse devorar a mulher a sua frente a qualquer momento.
"Muito bem." A mais nova elogiou, passando as pontas de seus dedos pelo maxilar da Chu como numa carícia leve e provocante. "É mais gostoso assim, não é? Quer mais um copo ou prefere da minha boca?" Wanning ruborizou violentamente, a resposta estava na ponta de sua língua mas seria muito humilhante admitir sua preferência. Obviamente, Mo Ran já sabia a resposta e não pôde evitar sorrir em deboche com quão corrompida a mais velha estava a ponto de gostar de algo tão vergonhoso.
Mo Ran podia sentir seu corpo queimar e as palmas de suas mãos formigarem. O desejo fervilhava dentro de si e nublava seus pensamentos a ponto de não conseguir passar mais de alguns segundos sem pensar em tocar, provocar e arrancar sons e reações da mulher sob seu domínio naquele momento. Chu Wanning despertava em si uma parte de sua personalidade que nem ela conseguia compreender. Mo Ran não compreendia como podia continuar desejando e sentindo atração por aquela mulher mesmo depois de tantas noites passadas juntas - coisa que não acontecia com frequência, visto que ela preferia não encontrar a mesma mulher mais de uma noite, receosa de que elas se tornassem apegadas e se tornassem uma dor de cabeça.
Agora, ela não conseguia imaginar dormir uma noite sequer sem sentir o cheiro de Chu Wanning em seus lençóis ou o calor da pele dela nas pontas de seus dedos.
Observando o rosto corado e suado da mais velha, Mo Ran agarrou a outra mulher pela nuca e uniu seus lábios, insana e possessiva do jeito que Wanning já estava acostumada. Ela beijava a criada com uma fome imensa, movendo seus lábios com rapidez e mordendo a boca da outra de forma dolorosa, enfiando a língua sem pudor algum e vez ou outra permitindo que a Chu fizesse o mesmo. Por sua vez, a mais velha mal conseguia respirar ou acompanhar o beijo frenético de Mo Ran. Ofegante e ainda intoxicada com o álcool, ela se sentia perdida sobre o que deveria fazer e apenas deixou que sua senhora fizesse o que achasse melhor com seus lábios.
"Ah... Senhora! Mo Ran!" Chu Wanning tentava respirar, mas sem êxito. A mais nova continuava o beijo feroz e nem sequer dava uma pausa para ouvir as lamúrias e choramingos de Wanning. Suas bocas compartilhavam o gosto forte do vinho de flor de pera branca ingerido mais cedo, o que não ajudava em nada no estado inebriado da Chu que, apesar de forte contra os efeitos do álcool, tornou-se mole e incapaz ao ter a bebida derramada em sua boca pela mulher que deflorava seus lábios nesse momento.
Mais uma vez, Mo Ran derramou o vinho sobre o tronco de Wanning. A criada se preocupou por alguns segundos sobre o que a tia e o tio de Mo Ran achariam daquilo, visto que a bebida era consideravelmente cara e a Mo estava sendo bastante inconsequente ao derramar tanto em seu corpo ou desperdiçá-la obrigando uma criada qualquer a beber. Contudo, logo esses pensamentos sumiram, assim que ela sentiu claramente o líquido deslizando por suas clavículas, contornando o volume de seus seios, deslizando por sua barriga e se acumulando em uma poça no pequeno espaço entre suas coxas.
Mo Ran separou as pernas de Chu Wanning novamente, o que levou a bebida a se espalhar pelas coxas e virilha da mais velha, além de molhar e se espalhar pela madeira a ponto de escorrer pelas nádegas da Chu pressionadas contra a mesa. Logo depois, a mais nova empurrou o tronco da criada e a fez perder o equilíbrio, assim, sem o auxílio de suas mãos para se apoiar, ela caiu em um baque grave na mesa de uma forma ridícula. Se a bebida não estivesse inebriando seus pensamentos, ela se sentiria bastante envergonhada devido ao fato de que Mo Ran conseguia derrubá-la com um mero empurrão.
Antes que pudesse se afundar mais em devaneios, ela pôde sentir uma respiração profunda e quente atingindo a pele sensível da parte interna de suas coxas. Mo Ran tinha os olhos semicerrados, as bochechas vermelhas e os cabelos grudados no suor de sua testa que complementavam o cheiro forte de álcool que emanava dela, dando-lhe uma imagem desgrenhada e selvagem que beirava a vulnerabilidade - esse mero pensamento fez o estômago de Chu Wanning revirar e os finos pelos de sua nuca se arrepiarem.
"Talvez eu devesse beber um pouco daqui também. O que me diz, Wanning?" Mo Ran perguntou, fazendo seu hálito quente e provocante atingir a região mais íntima da mulher mais velha a cada palavra. Obviamente, a Chu concordou, desesperadamente separando as pernas à medida que a respiração de Mo Ran provocava seus lábios úmidos e embebidos em álcool e prazer.
A mais nova riu baixo e não perdeu tempo em beijar Chu Wanning onde ela mais desejava. Mo Ran lambia vagarosamente, tomando seu tempo para percorrer o músculo quente e molhado por toda a extensão da vulva da criada, além de deixar baixos murmúrios de satisfação escaparem ao se deliciar com o gosto natural de Wanning misturado com o vinho de flor de pera branca. Ela serpenteava sua língua atrevida em movimentos alternados nos pontos mais sensíveis da outra mulher, usando a ponta da língua para pressionar deliciosamente a parte inferior do clitóris da Chu e arrancar tremores nas pernas e abdômen de sua subordinada.
Chu Wanning tentava agarrar os cabelos longos de Mo Ran com suas mãos, contudo, não conseguia pois ainda estava pateticamente imobilizada pelas amarras cruéis da mais nova. Seu corpo estava febril e ela suava profusamente na tentativa de conter os espasmos de seus membros frente aos toques de Mo Ran. Dessa forma, fraca e imobilizada, ela não conseguia evitar expressar o quanto seu corpo estava adorando a atenção, o álcool e prazer livrando-a de suas inibições e permitindo ela contorcer-se e gemer a plenos pulmões da forma que queria.
"Agh... Mo Ran! Mo Ran! Mo Ran!" Chu Wanning não conseguia evitar deixar o nome de sua senhora escapar por seus lábios. Ela mordia os lábios ao tentar conter os sons ridículos que saíam por sua garganta, mas os olhos afiados de Mo Ran a encarando enquanto enfiava a língua profundamente em sua buceta pareciam ordená-la a não fazer isso.
Wanning ondulava seus quadris para friccionar seu clitóris sensível e dolorido no rosto de Mo Ran, mas a mais nova a torturava segurando seus quadris com força e impedindo seus movimentos, obrigando ela a apenas aceitar o que lhe era oferecido. Ela se sentia cada vez mais perto de seu ápice, seu abdômen se contraía dolorosamente e ela podia sentir sua entrada pulsar no mesmo ritmo que seu próprio coração.
"Fique quieta, Wanning, ou não vou continuar o que estou fazendo. E você parece estar gostando bastante, não é?"
Chu Wanning parou por alguns momentos, apenas para alguns minutos depois voltar a mover seus quadris com os espasmos de prazer inevitáveis ao sentir a boca da Mo sugando-a tão bem. Obviamente, Mo Ran se irritou, logo erguendo as pernas da mulher mais velha e descendo seus beijos e lambidas para um lugar nunca antes explorado por Chu Wanning.
Wanning engasgava e esperneava na tentativa de fugir do assalto em seu posterior, porém, as mãos enormes de Mo Ran seguravam suas pernas abertas com firmeza enquanto alternava entre lamber o pequeno anel de músculo e morder a bunda farta da Chu. Aquela região também foi umedecida com o álcool derramado em abundância por Mo Ran, assim como a lubrificação natural de Chu Wanning escorreu e encharcou a região deixando a pele ali brilhante com o líquido transparente e facilitando as atividades de sua senhora.
A situação era tão humilhante para Wanning que ela podia sentir seus olhos ardiam e ela podia sentir lágrimas se acumularem na sua linha d'água, um nó se apertar em sua garganta com a urgência de xingar Mo Ran e a pressão deliciosa em seu baixo ventre que servia como um lembrete vergonhoso de que ela estava gostando daquilo mais do que devia.
Claro que Mo Ran não deixaria passar a oportunidade de humilhá-la de qualquer forma, encarando-a firmemente enquanto penetrava seu corpo com uma língua insistente e escaldante.
"Você gosta tanto de ser penetrada por mim que nem se importa onde , não é, Wanning?" Sua voz tinha um tom venenoso e seu riso debochado apenas intensificava a vermelhidão em suas bochechas.
Uma voz no fundo de sua mente urgia para que Wanning negasse e falasse o quanto aquilo era um absurdo e quão degenerada Mo Ran era por violá-la daquela forma, mas logo essa voz foi abafada pelos gemidos incontroláveis de Wanning quando Mo Ran associou os movimentos de sua boca com os seus dedos movendo-se em círculos pequenos e arrastados no clitóris ereto e pulsante da Chu.
Antes que pudesse avisar, a mais velha sentiu seu corpo enrijecer completamente e depois amolecer e cair pesadamente sobre a mesa e os ombros de Mo Ran.
Parecendo satisfeita, finalmente a mais nova libertou os pulsos de Wanning, tocando com as pontas de seus dedos as impressões vermelhas da corda na pele cálida da mais velha. Wanning parecia presa num estado de transe, absolutamente cansada e sequer esboçando alguma reação quando sentiu a Mo limpando seu corpo com um pano úmido e depois passando um creme refrescante em seus braços machucados.
Mo Ran sorriu ladino, divertindo-se e se entretendo com a situação da mulher a sua frente. Logo, vestindo ela com uma de sua próprias camisolas devido ao frio que fazia naquela noite e sendo piedosa ao deixar que ela dormisse em sua cama essa noite ao invés de obrigá-la a andar em suas pernas instáveis e trêmulas até os aposentos dos empregados.
Ela precisaria descansar bastante essa noite para aguentar o que Mo Ran tinha planejado para ela.
Observou por alguns minutos o rosto relaxado e sereno de Chu Wanning enquanto ela dormia, sentindo seu peito se apertar ao vê-la se aconchegar adoravelmente nas cobertas e travesseiros.
Mo Ran revirou os olhos e virou para o lado contrário, deitando de costa para a criada na esperança de que ela não pudesse ouvir o seu coração que batia tão forte ao seu lado.
