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Any Way The Wind Blows

Summary:

"—...É normal você perguntar isso a pessoas relativamente desconhecidas? — Ele perguntou e ela riu, e como ela é bonita, os olhos azuis como fendas de águas profundas do alto mar, lindo. — Hummm, só os que eu muito provavelmente posso transar no final da noite. — Ela respondeu sorrindo de lado, e logo bebendo sua cerveja."

Notes:

Olá a Todos 👋🏼
Bem, essa foi uma ideia que surgiu enquanto lia Daemyra e muito mais, e pensei "puxa ia ser divertido eles se reencontrarem, mesmo depois do final do canône, no século 21" e aqui está está história.

Ah, acho que é válido explicar algumas coisas, bom é eles não são Targaryen ou parentes entre si.
E as relações são baseadas no "modo" de vida brasileiro, pois estou tema trazer uma temática mais contemporânea.
No final provavelmente vou escrever as relaçõe, os novos nomes dos personagens, mas eu colocarei no final.
E a história do passado vai vim devagar, mas já deixo avisado que os dragões não existem, no sentido como no universo de GOT.
Mas por enquanto, vamos devagar 🙂
Este trabalho é de minha autoria, plágio é crime.
Estes personagens não me pertencem.

Espero que gostem e boa leitura ♥️

(See the end of the work for more notes.)

Chapter 1: The winds are still normal, though they are against each other, as usual

Chapter Text

 

Narrador

Rhaenyra Tyrone acordou, com seu despertador a alertando. Ela o desligou e olhou para uma janela, que mostra uma manhã nublada, mas em Londres isso é comum. Era sábado da manhã. Devagar, ela ouviu o barulho distante, Rhaenyra finalmente ficou de pé, e se encaminhou lentamente ao quarto onde seu bebê de cinco meses estava.

Ela abriu a porta cinza, que abria para um quarto em tom de poemas berço, e alguns brinquedos, e o azul, onde Jonathan, dormia tranquilamente, sendo supervionado Jace, que lia um de  seus livros de poemas, sentando na poltrona que tinha ali, seu menino mais velho, tão apaixonado por letras como ela mesma.

— Bom dia meu amor. — Ela disse baixinho beijando o topo da cabeça de Jace, que sorriu. — Bom dia mamãe. Dormiu bem? — Ele sempre tão preocupado com ela e seus irmãos mais novos. — Sim, e você? Luka está na sala? — Rhaenyra perguntou ajustando os cabelos de Jace, seu filho, era muito parecido com o pai, Harwin Wise, mas ele servia para apenas engravida-la, via eles, mas se colocava como amigo e nunca como pai três deles.

— Acho que sim, a Helena já saiu, ela foi para floricultura. Tem café feito, eu fico olhando ele, enquanto a senhora come alguma coisa. — Jace disse apontando para o bebê de cabelos castanhos como ele, Luka e a própria Rhaenyra, que pintou seu cabelo de castanho no tom dos filhos, tendo nascido tecnicamente loira, castanho claro, mas não amarelo ou coisa parecida. Os cabelos deles quatro combinava, Helena, destoava um um pouco ali, sendo loira como Emma, sua irmã de 18 anos, era como ela apaixonada por plantas, e fotografias, ela estava a cobrindo na floricultura, enquanto Rhaenyra estava grávida e dava a luz a Jonathan. 

Rhaenyra desceu as escadas e viu Luka comendo e vendo televisão, seu outro menino de 13 anos, Jace tinha 15, e agora ela tinha Jonathan de 5 meses.

— Bom dia mamãe! — Ele disse animadamente, ele era assim aos finais de semana, sempre animado, a cadela deles, Syrax, um doberman albino com olhos azuis claro, estava deitada perto dos pés de Luka. — Bom dia meu amor! — Rhaenyra repetiu o gesto de bagunçar o cabelo de Luka, que riu, ele tem 13 anos, mas ama desenhos animados, e ama letras como ela.

— Mamãe, hoje a senhora vai para a casa da Calliope? — Luka a perguntou enquanto desviava a atenção da televisão e a encarava, enquanto Rhaenyra preparava sua xícara de café e seu acompanhamento, ovos, salsicha, bacon e  feijão cozido.Luka comia uma tigela de cereal, e Jace tinha colocado uma mamadeira para aquecer, para Jonathan. 

— Bem, vai ser online, e August está doente e sua mãe disse que ele não ia precisar que eu fosse. — Rhaenyra resume ao filho que acena com a cabeça. 

Jace desce as escadas com Jonathan em seus braços e o coloca na cadeira de alimentação de Jonathan, qua batia as mãozinhas agitadas para comer.

— Aqui Jonny, tome tudo, que depois, você vai ganhar um waffle! — Jace disse entregando a mamadeira ao pequeno Jonathan que viu ele começar a fazer e logo bebeu seu leite, sorrindo e sem fazer bagunça, bom não tanto, nada que o próprio Jace não conseguisse arrumar tudo sozinho.

— Mamãe... Eu acho que senhora deveria sair, ir em um pub, ver gente. — Jace começou quando, Luka correu escadas acima, para se trocar e buscar brinquedos para entreter Jonathan. — Jace, eu estou bem, e vocês precisam de mim... — Ela parou ao ver o filho negar com a cabeça, ele se sentou na mesa ao lado dela, ela não havia mexido na comida.

— Mamãe... Vai fazer 9 meses que a vovó Emma morreu, a senhora está assim, cabisbaixa, os olhos fundos, estou começando a ficar preocupado. — Jace disse enquanto segurava a mão de Rhaenyra que assentiu.

— Tudo bem, mas, eu sei que... É só que eu sinto falta dela, eu só poderia contar com ela, claro, Helena está aqui e ela sempre me dá suporte em tudo, assim como você... Mas... Ela sabia mais, eu tenho medo de fazer tudo errado e me tornar uma péssima mãe. — Rhaenyra falou rapidamente entre soluços e as lágrimas desciam descontroladamente de seu rosto.

— Oh mamãe! Está tudo bem! Eu, tia Helena, Luka e Jonathan estamos aqui. Sei que está levando no automático, mas tente assumir o controle de volta... Para o seu próprio bem. — Jace, poderia ter 15 anos mas era tão maduro, Rhaenyra se orgulha dele, ele disse enquanto a abraçava. — Obrigada Jace. Vocês são meu maior presente. — Rhaenyra disse abraçando Jace que sorriu, um sorriso igual ao dela, quando estava contente. 

 

...................

Daemon Thrones acordou com o sol no seu rosto, fraco, mas o que de fato o acordou foi uma dor aguda em sua cabeça.

Uma ressaca era a consequência de sua noite de bebidas, ele viu a hora e eram 13:00 da tarde, sua cabeça latejava.

Ele usou a dor de cabeça para pensar em seus atos recentes, um suspensão das forças especiais, o distanciamento de suas duas meninas, e um ato a parte dele, o incêndio que Lena criou, e isso a matou, o deixando com Blair, de 15 anos e Rhaena, de 13 anos. 

Ele nunca foi muito próximo das meninas, o trabalho consumia muito tempo, entretanto, de um ano para cá, ele adquiriu hábitos de beber muito.

A empregada cuidava das meninas na maior parte do tempo. Mas ele precisava melhorar. 

— "Lena não vai voltar, Daemon! Recomponha-se, seja um bom pai! Ou pelo menos um pai decente!" — Daemon falou o pensamento, com as mãos na cabeça.

Sua mãe teria vergonha dele, ele lembrou, seu pai sempre presente, mas aquele acidente os levou, aquele carro tinha que travar na linha do trem, dali em diante sua vida foi feitas de vagos momentos bons.

— Pai? — Ele ouviu a voz de Blair, ela era uma cópia mais jovem de Lena, os cabelos em tranças, a pele cor chocolate, até os olhos preocupados. — Ele tá acordado, B? — Rhaena falou atrás da irmã, mais velha, os cabelos pintados de branco com tranças grossas semelhantes a de Blair, a pele chocolate e o olhar com preocupação. — Eu não sei, calma. — Blair falou, acalmando a irmã.

— Estou acordado sim, Blair, Rhaena. — Ele respondeu as fazendo parar.

— Você está bem? — Rhaena pergunta e Deamon concorda, lentamente.

Daemon mudaria, mas hoje ainda não, ele tinha seus problemas da própria cabeça. 

 

................

 

Rhaenyra estava em um pub no centro de Londres, tentando socializar.

— UM NEGRONI SBAGLIATO PROSECCO! — A voz do barman chamou atenção de Daemon ao seu pedido, ele estava próximo ao palco, dali do pub. Ele foi para o Bar somente para esbarrar em uma mulher morena, a mulher mais linda desse mundo, mas ela estava com a mão no mesmo drink.

— Desculpe, mas eu pedi um desse. — Ela disse simplesmente com uma voz grave, tão sedutora que Daemon quis se jogar no chão e adora-la, mas pelo amor de Deus ele nem sabia quem era.

Ele notou seus dedos juntos ao redor do copo, a pele deles quente contra o copo, que escorria água em ambas as mãos. Ambos sedendo a bebida que foi pegada por uma terceira pessoa que apareceu e saiu. Ambos ficaram sem reação, mas não por conta da da bebida, e sim pela sensação de serem velhos conhecidos.

— Eu conheço você de algum lugar? — A mulher falou, fazendo a nuca de Daemon de arrepiar. — Eu não sei, mas tenho a mesma sensação. — O homem a respondeu sorrindo e ela o achou muito bonito. Mas ela não queria transar em algum banheiro de pub, e acabar grávida.

— Sou Daemon Thrones. — Ele disse estendendo a mão e ela sorriu para ele.

— Rhaenyra Tyrone, prazer em te conhecer. — Rhaenyra respondeu mas ele já estava apaixonado por ela, pela voz, os cabelos escuros, os olhos azuis oceano. Quê linda mulher!

— Espera, Rhaenyra? Como a princesa apunhalada nas costas, pelo meio irmão. — Ele perguntou e ela riu acenando em concordância.

— E você Daemon? Como o príncipe desonesto, que venceu uma guerra sozinho e tentou um golpe só para chamar atenção do irmão? — Rhaenyra o perguntou a ele.

— Sim. Ele parecia alguém carente, se as ações dele mostram algo sobre ele. — Ele respondeu com um sorriso fácil para ela, que sorria lindamente.

— Você bebe cerveja? — Daemon a perguntou. — Bebo sim. — Rhaenyra respondeu facilmente, e viu ele pedir duas cervejas.

— Você quer conseguir uma mesa ou ficar aqui? — Ele estava genuinamente interessado nela, depois de anos, Lena era bonita, mas não lhe chamava tanta atenção, nem qualquer outra mulher, mas esta, Rhaenyra, deve ser uma piada do destino. 

Rhaenyra estava genuinamente confusa, e interessada nele, e jeito do cabelo médio, liso em um tom de castanho bonito, ele tinha um lindo sorriso, as rugas pertos dos olhos apareciam quando ele sorria, e ela achou cativante. 

Ela precisava de uma pessoa que pudesse distrair ela, e ele tinha se apresentado como um grande e belo candidato.

— Bem, poderíamos ir para uma mesa, para ficarmos mais confortáveis, não parece bom ficar em pé, no seu caso. — Ela disse sarcasticamente a ele que riu e concordou, ambos pegaram a cerveja e foram se sentar em uma mesa, que estava disponível no canto do pub.

— Então Daemon, sobre o que queria falar? — Ela perguntou o olhando, mesmo imaginando que ele provavelmente só queria usar o corpo dela por uma noite, e ela não via mal nisso, ele é atraente também, e ter homens atrás dela, pela aparência depois de três filhos, é algo extraordinário na família de Rhaenyra.

— Eu não sei, eu só sei que queria ficar mais próximo de você. Sabe, sem interrupções. — Ele disse sorrindo sedutoramente para ela. — Humm, tá bom, então, que tal falarmos de nós? — Ela disse e ele assentiu lentamente.

— Tem alguma DST(Doença sexualmente transmissível)? — Ela perguntou o olhando, e ele engasgou com a cerveja, ela soltou uma riso pelo nariz. — Eu, não eu não tenho... É normal você perguntar isso a pessoas relativamente desconhecidas? — Ele perguntou e ela riu, e como ela é bonita, os olhos azuis como fendas de águas profundas do alto Mar, lindo. — Hummm, só os que eu muito provavelmente posso transar no final da noite. — Ela respondeu sorrindo de lado, e logo bebendo sua cerveja.

Ela arqueou uma sombrancelha para ele, que sorriu malicioso para ela, e acenou. — E você faz essa pergunta com quê frequência?— Ele perguntou, se inclinando para frente, e ela fez o mesmo. — Bom, você é o segundo cara para quem eu perguntei isso, na minha vida inteira. — Ela respondeu olhando para o movimento ali, sorrindo. — E tem quantos anos? — Ele perguntou e ela o olhou considerando.

— Vinte e nove, tenho três filhos. — Ela disse a segunda parte séria. — Eu tenho Trinta e cinco, e duas filhas. — Ele respondeu a pergunta implícita.

— Divorciada ou viúva? — Ele perguntou curioso. — Para começar, foi causal, e três imprevistos maravilhosos na minha vida, entretanto, nem tivemos de fato um relacionamento. — Ela responde desenhando com a água que escorria da cerveja, no porta copos. — E você? Divorciado, pai ausente? — Ela pergunta a ele que suspirou. — Viúvo, faz um ano que ela se foi em um incêndio. Mas já estávamos afastados, se ela não tivesse falecido, provavelmente estaríamos divorciados. — Ele respondeu e ela colocou a mão dela na dele, a mão fria com a dele, trouxe um arrepio, que ambos sentiram e se olharam.

Rhaenyra se levantou puxando a mão de Daemon "discretamente" para o banheiro, ela usava uma blusa azul, e um casaco cinza, com um cachecol cinza com detalhes vermelho, e ele usava uma roupa toda preta, com uma jaqueta preta.

— Não sei se vamos transar, mas, pode ser interessante conhecer mais sobre você, Daemon. — Rhaenyra disse, o encostando na parede, e jogando seus lábios contra os dele furiosamente, e ele a correspondeu da mesma maneira. Ela tinha a mão em suas costas, e ele em seu rosto, até que ele invertido as posições.

Ele separou-se, e se mudou para o pescoço dele, ele se manteve o cachecol, e Rhara excitada demais para importar com as marcas que ficariam.

Daemon deu a mão no pescoço de Rhaeny e apertou e beijou, Rhaenyra não se importava, delicioso, como mãos fortes, grandes, segurando-a, apertando-a.