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Nós deveríamos ter conversado.

Summary:

Quando abriu as cortinas e seu corpo se projetou para frente ela apenas parou.
Mas Zoey não o acompanhou e seu corpo se chocou com o de sua namorada que foi projetada para frente. Seu nariz quase bateu no metal do guarda corpo, mas foi parada pelo seu próprio reflexo de projetar as mãos para frente. Seus olhos imediatamente ficaram cara a cara com o cinzeiro e maço de Camel.

“Porra… Rumi! Me desculpa eu…” Disse Zoey ajudando ela a se recompor.

“Está tudo bem meu amor.” Ela falou olhando para a namorada.

Isso foi o suficiente de conversa, pois as duas olharam para a mulher de cabelos vermelhos enrolada no pelo do tigre azul que estava molhado por choro e sujeira nasal. Ambas imediatamente se ajoelharam ao lado dela, o tigre dando espaço e aconchego para elas.
A cabeça de Mira foi colocada no colo de Rumi enquanto Zoey se projetou para ser a concha maior e abraçá-la.

Ou

Zoey e Rumi ajudam Mira aceitar as angústias e medos.

Notes:

Eu postei essa fanfic em inglês e decidi postar em português quando eu comecei a escrever o segundo capítulo. Porque leitores que falam português merecem também um pouco de leitura na nossa lingua.

Eu não revisei, sinceramente, mas escrevi mais coisas do que a versão inglês porque eu comecei a revisar e comecei a escrever mais coisas. Quando eu postar o capítulo 2 eu atualizo a versão em inglês.

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Era meio da noite e o apartamento estava quase vazio. Rumi e Zoey tinham saído no meio da tarde para fazer compras de roupas que destacam mais o corpo de Rumi e suas marcas.

Derpy deixou suas marcas de bagunça involuntária por todo o apartamento, seus rastros de destruição por ocupar um espaço grande e seguia até a varanda da qual um cheiro forte de tabaco se pronunciava.
Na varanda uma figura alta com seu corpo encurvado sobre o guarda-corpo de vidro. Sua perna direita estendida e a esquerda se apoiando nela. A cidade brilhava ao fundo em uma quase perspectiva de algo futurista. Mira facilmente conseguia enxergar telões enormes de inteligência artificial te convidando para uma ilha paradisíaca enquanto os cidadãos andam pelas ruas sem roupa para vestir.

As luzes azul e vermelha chegavam até o prédio do qual ela e suas namoradas moravam, mas não chegava a iluminar seu rosto. A Lua fazia isso. A Lua e seu cigarro aceso.

 

Seu corpo esguio parecia que segurava meia tonelada de culpa pelos eventos anteriores, a culpa pelo medo. Pela sua ignorância e preconceitos.

O estômago revirava toda vez que lembrava quando mostrou a arma para Rumi, o brilho dela iluminava sua pele enquanto via o medo e tristeza em seus olhos. Foi puro reflexo, ela sabe muito bem disso, mas tantas coisas foram colocadas em sua cabeça por Celine e ela mesmo sabia da condição de Rumi. Nojo, medo, inseguranças e principalmente raiva. Raiva de si mesma por ser sempre rebelde e no final, ser deixada levar por ordens de alguém. Deixando sua ideologia pessoal ser apenas uma falsa arma de marketing. 

Esfregou o dedo indicador esquerdo pelos olhos enquanto suspirava forte, o dedo indicador e do meio direito levaram o cigarro até a sua boca e sugou a fumaça tóxica.

 

“Merda” Ela sussurrou para si mesma.

 

Ela mal notou as patas pesadas de seu novo animal de estimação do qual foi adotada por ele. Sentiu seu pelo macio e azul esfregando sobre a perna estendida. Não se assustou nem por um segundo mas foi surpreendida positivamente pela ação do animal.

 

Mira olhou para baixo vendo aqueles olhos amarelos e brilhantes preocupados, ele olhava fixamente para o cigarro em suas mãos.

 

“Eu sei Derpy, eles não são bons.” Disse ela fazendo carinho em sua orelha com a mão que estava limpa. Quando ela foi tragar uma última vez sentiu uma bicada violenta em seus dedos. Uma dor aguda e rápida deu-lhe um choque de realidade instantâneo. “O que? Porra!” Disse ela com uma raiva momentânea, deixando o cigarro cair no chão olhando imediatamente para o pássaro de 3 olhos com um chapéu simpático. “Sussie!” Ela gritou. “Por que você fez isso?” Ela segurou seu dedo e viu que estava sangrando, uma raiva atingiu seus olhos mas olhou para baixo vendo a gota de sangue caindo e viu Derpy, o tigre azul, jogando o cigarro para fora da varanda em direção ao ar com suas patas gigantes e peludas.

 

O pássaro grasne a fazendo encarar os três olhos novamente. Ela via um julgamento vindo desses olhos misturado com uma preocupação. 

 

Mira entendeu.

Não a deixou menos frustrada, é claro. Mas ela entendeu. 

Soltou um suspiro raivoso e jogou seu corpo em uma cadeira espreguiçadeira que tinha na varanda, colocando seus braços apoiados nos joelhos. Derpy e Sussie imediatamente preencheram seu espaço.

 

Uma energia emanava deles, algo que mexia com sua aura, algo que ela não entendia mas que se sentia compreendida.

Seu corpo, seus olhos e nariz ardendo. Uma sensação de choro invadindo seu corpo inteiro.

 

“Eu não posso.” Disse ela para seus animais com a voz embargada e os olhos marejados. Uma lágrima escorre de seu olho e então a cauda do tigre passa sobre ela a secando. Mira abraça a cauda como um bem seguro.

 

Os olhos curiosos e vesgos a encaram com compaixão, então a cabeça astronomicamente gigante do tigre pousa em suas coxas.

 

Foi o suficiente para seu corpo ceder.

 

Ele projeta para frente com o peso em suas costas, seu peito queima assim como os olhos e o nariz então a primeira lágrima cai.

Seguido da segunda, terceira e centenas em seguida.

Seu corpo mexia conforme ela começava a chorar. Os olhos ardendo, a falta de ar a sedando e os engasgos enquanto puxava o mesmo para respirar e arranjar forças para chorar mais.

Um grito sai de sua boca na súplica de sair essa raiva de si mesma sair. O segundo grito vem mas sem som. Seu corpo cai no chão gelado procurando um conforto no meio da bagunça. Seus cabelos vermelhos saindo do coque que estava e se desmanchando sobre seu rosto e ficando molhado com a saliva que saia de sua boca.

 

Rumi e Zoey estavam abrindo a porta do apartamento, com seus bubbles tea em suas mãos e um numa sacola para Mira. Elas nem perceberam o apartamento gigante em completo silêncio.

Nem uma tv ligada em algum jogo que Mira estivesse jogando no momento, nem um tigre, um pássaro roncando. Demorou cinco segundos para elas se entreolharam. O apartamento estava com a meia luz da cozinha integrada ligada, mas tudo estava desligado. Zoey deixou as compras na ilha assim como as bebidas. 

 

“Mira?” Rumi perguntou alto. Zoey a encarava e suas armas saíram de suas mãos. As duas ajeitaram a coluna.

 

Então foi escutado um choro vindo da sacada.

 

O corpo de Rumi foi mais rápido do que suas razões, passos pesados e rápidos demoraram 5 segundos para chegar até lá, mas foi o suficiente para sua mente entrar em turbilhões de emoções, principalmente as do passado.

Lutas que ela já viu Mira sangrar, demorar semanas para se recompor. Sua mente passava feixes de memórias que suas mãos estavam inundadas por sangue e sua boca tinha gosto ferroso.

 

Mas quando abriu as cortinas e seu corpo se projetou para frente ela apenas parou.

Mas Zoey não o acompanhou e seu corpo se chocou com o de sua namorada que foi projetada para frente. Seu nariz quase bateu no metal do guarda corpo, mas foi parada pelo seu próprio reflexo de projetar as mãos para frente. Seus olhos imediatamente ficaram cara a cara com o cinzeiro e maço de Camel.

 

“Porra… Rumi! Me desculpa eu…” Disse Zoey ajudando ela a se recompor.

 

“Está tudo bem meu amor.” Ela falou olhando para a namorada.

 

Isso foi o suficiente de conversa, pois as duas olharam para a mulher de cabelos vermelhos enrolada no pelo do tigre azul que estava molhado por choro e sujeira nasal. Ambas imediatamente se ajoelharam ao lado dela, o tigre dando espaço e aconchego para elas.

A cabeça de Mira foi colocada no colo de Rumi enquanto Zoey se projetou para ser a concha maior e abraçá-la.

 

“Nós estamos aqui” Confortou a meio demônio com as mão passando sobre os cabelos suados da mulher.

 

Mira apenas assentiu fechando sua boca e abraçando as coxas da mulher com mais força, como se estivesse com medo de perdê-la

As três não falaram nada, absolutamente nada. Elas ficaram lá confortando Mira até as primeiras gotas de chuva caírem das nuvens pesadas que se formavam.

Zoey ajudou Mira a se levantar, a levou para sentar-se no sofá e foi em direção a o banheiro para pegar um kit de primeiros socorros para o corte fundo no dedo que Sussie fez para protegê-la. Rumi levou os animais para dentro dando comida e água.

Mira assoou o nariz e finalmente quebrou a silenciosa dor quando todas estavam reunidas

 

“Me desculpem” Falou ela.

 

Rumi que estava na cozinha pegando uma garrafa da água caminhou até a namorada e sentou-se no chão a frente dela. A mais nova, Zoey, sentou-se ao lado da mulher mais alta. 

Abriu a maleta e começou a fazer os processos de curativos que já conhecia a tempos.

 

“Me desculpe, meu amor, por ter sido uma péssima pessoa para você.” Disse Mira olhando para Rumi que estava confusa.

 

“Ei, de onde vem isso? Este sentimento de culpa?” Falou a com cabelos roxos presos em um rabo de cavalo, segurou a mão que não estava sob cuidados e beijou os dedos.

 

“Eu sinto tanta culpa por não ter te apoiado, por ter expulsado você da minha vida quando aconteceu tudo o que aconteceu. Eu me sinto tão culpada por não ter conversado com você, me sinto com raiva por ter sido influenciada por um preconceito…” Falou ela com a voz embargada de arrependimento.

 

Rumi olhou para Zoey e entendeu do que se tratava apenas pela resposta que a mulher deu pelos olhares. Foi uma conversa de três segundos sobre apoiar Mira.

 

“Eu queria te apoiar mais, eu queria ter sido como Zoey no dia seguinte que você revelou suas marcas, eu queria ter sido mais sincera sobre o quão amo você, eu queria ter… Eu só queria ter sido alguém bom para você” Lágrimas escorreram por seu rosto mas a meio-demônio não deixou elas chegarem sequer às bochechas da mulher. Seus polegares capturaram as gotas de água salgada.



“Mira, você é boa para mim. Para tudo que eu represento, tudo que eu sou, você é ótima.”

 

“Não eu-”

 

“Me escute” Rumi interrompeu ela. “Não sei o que você sente aqui dentro” Ela colocou a palma de sua mão sobre onde ficaria o coração da mulher. “Mas o que eu sinto é uma mulher forte e capaz de entender as coisas que foram lhe postas. Que vocês duas, foram obrigadas a ter medo e que você mais como ninguém meu amor, lutou para estar ao meu lado, entender e compreender. Está tudo bem se sentir assim, estar assim. Ninguém aguenta isso por muito tempo.” Rumi se ajoelhou ficando cara a cara com a namorada e beijou sua testa.

 

“Mira você não está sozinha, podemos te ajudar okay?” Falou Zoey beijando o dedo que agora estava com o curativo.

 

A mulher sorri, um sorriso triste.

 

“Agora parece que eu chorei por besteira e estou me sentindo uma idiota.”

 

“Baby” Falou a mais nova abraçando-a de lado. “Não é besteira, isso te consome a dias, nós vimos seu semblante pela casa. Vemos o quanto isso te prejudica. Você não é idiota por sentir isso, é idiota por esconder isso” Ela fala com um sorriso no final e funciona. As duas riem.

 

“Eu não queria trazer vocês duas para isso, vocês não merecem me ver assim.” 

 

Rumi logo levantou e subiu no colo de Mira deixando a mulher claramente surpresa, Zoey dá uma risada e se inclina no sofá apoiando a cabeça na sua mão.

 

O calor da mulher irradiava o coração de Mira e sua cabeça entrava em combustão. De repente ela estava tão ciente com a pele exposta da vocalista do grupo, as coxas se encostando e as mãos delicadas dela tirando o seu cabelo vermelho sangue do caminho de seus olhos.

As marcas em seu rosto iluminavam a culpa diretamente para fora de sua cabeça. Ela engoliu seco e então Rumi sorriu mordendo os lábios claramente sentindo o coração acelerado transbordando seus sentimentos como um arrepio na espinha.

Os dedos finos mas fortes esfregavam entre as sobrancelhas da mulher mais alta tirando a marca de expressão.

 

“Nós sentimos muito por fazer você acreditar que precisava ser forte, por sustentar essa sua aura de mandona que nos faz tremer. Eu só queria poder fazer com que você se sentisse confortável em ser você.” Falou ela beijando a testa dela, Mira deslizou suas mãos para a cintura da mulher ancorando-a no momento.

 

“Seus sentimentos são muito importantes meu amor. Queremos que você se sinta confortável conosco" Disse Zoey apoiando suas bochechas no ombro da sua namorada.

 

As mãos de Mira começaram a fazer carinho no quadril de Rumi com um sobe e desce que fazia seu coração ansiar por mais um toque. Sua testa pressiona o esterno da meia demônio e Zoey passa seus dedos descomplicados pelas mechas avermelhadas, suas digitais perigosamente relando na nuca e no comprimento do pescoço da mulher, que estremeceu seu corpo com um som choroso fazendo as três rirem.

Ela retira seu rosto dos seios a sua frente para virar o rosto e encarar a mulher mais nova com seus olhos vermelhos pelos momentos chorosos.

 

“O que você acha de tomarmos um banho meu amor?” Perguntou a mulher de cabelos pretos que recebeu um movimento positivo com a cabeça.

 

Elas levaram-na para a suíte do apartamento em busca de conforto. Ela era grande com uma banheira fora da zona do chuveiro que dava de cara com uma enorme janela que ia do chão ao teto mostrando a cidade chuvosa e as gotas que molhavam o vidro blindado.

Rumi ligou o chuveiro preto e quadrado que estava adjacente a banheira em uma água quente o suficiente para não causar irritações de queimaduras na pele. Ela se colocou atrás de sua namorada chorosa, abraçando-a por trás beijando as costas enquanto sua outra namorada a ajudava tirando a roupa.

O short de seu pijama foi primeiro, beijos foram depositados na pele de alabastro como se ela estivesse adorando uma estátua de Atenas, suas pontas dos dedos passando levemente para cima e baixo na pele. Mira suspirou fundo e jogou a cabeça para trás nos ombros de Rumi, que se preocupava em tirar a camiseta oversized de seu corpo. As mãos dançavam na cintura de Mira, sentindo a respiração dela como se fosse o mundo inteiro respirando junto, a eletricidade de seu corpo crescendo em uma onda como se Tesla tivesse acabado de inventar sua bobina.

 

Zoey começou a beijar suas coxas, suas mãos tirando a calcinha de Mira, e a boca subindo até o início de sua vulva esfregando os lábios nos pelos ruivos. Adorava a sensação que isso lhe causava.

Era suave, cheiroso e sempre ativava sua vontade de passar horas sentindo o corpo de sua mulher se contraindo sobre.

Zoey sentiu os dedos de Mira sobre seus cabelos pretos e ela olhou para cima vendo o rosto da mulher corado enquanto Rumi beijava com carinho os ombros dela, esfregando as bochechas marcadas com suas tatuagens de demônio sobre seu trapézio.

Voltou a beijar o caminho para cima, beijando seus seios macios e perfeitos mas evitando os mamilos. Até chegar cara a cara com as duas.

 

“Eu me sinto confortável com vocês” Falou Mira, o ar quente de suas palavras batendo nos lábios de Zoey.

 

Rumi apertou mais a cintura de Mira e a trouxe para perto causando um suspiro frágil saindo de suas cordas vocais.

“Obrigada por tudo. Por serem vocês e por fazerem meu coração palpitar. Obrigada por serem meu porto seguro.” Continuou Mira, encostando sua testa na testa da mulher mais nova que estava a sua frente, suas mãos exploratórias começaram a retirar as roupas de Zoey. Ela se vira e retira as roupas de Rumi revelando suas marcas da forma mais pura e crua que seu coração virá.

 

As marcas irradiavam seu coração como um anel de ouro em uma recente mulher casada. Seus lábios rosados começavam a beijar cada marca que encontrava, Rumi fechou os olhos jogando a cabeça para trás após desfazer seu rabo de cavalo deixando as mechas roxas invadirem suas costas e as pontas do seu cabelo sedoso fazer cócegas em sua bunda. Mira passou a sua língua por uma marca que ia do início do quadril até em baixo dos seios e o corpo inteiro da mulher a sua frente se arrepiou até que ela teve que fisicamente segura-la pela cintura.

 

Rumi voltou seu olhar para baixo, mas não antes de encarar Zoey que a olhava com luxúria. Suas pupilas dilatadas, a língua puxando os lábios para dentro de sua boca em uma forma de conter o arrepio de sua excitação querendo aparecer. As mãos de Rumi relaram nos cabelos vermelhos puxando-os delicadamente para cima.

 

Os olhares se cruzando, o ambiente ficando mais pesado com uma promessa que irradiava o calor de suas espinhas. Ela avançou lentamente, fechou os olhos e encostou os seus lábios nos lábios dela.

A respiração de Mira pesou, seu corpo pendeu para trás confiando que Zoey ia a segurar, a costura dos lábios de Rumi abriram lentamente os lábios de Mira e então seu corpo inteiro se projetou para frente.

 

Um beijo ardente começou.

 

As mãos da meio demônio possessivamente seguraram o pescoço da mulher que estava beijando. A língua quente e macia de Mira se esfregou contra a sua, sendo completamente visível e escutou um gemido baixo e profundo. Não vinha de nenhuma das duas e sim da mulher mais nova que apertou a cintura da mulher mais alta puxando-a para si.

O beijo trouxe um arrepio contínuo que morria na borda do estômago das três com os barulhos molhados e suspiros intensos dominando totalmente o banheiro.

 

Zoey em um ato de coragem puxou os cabelos de Mira delicadamente para trás separando o beijo das duas.

 

“Precisamos tomar banho” Falou ela com um sorriso prometendo algo durante a noite toda.

 

Rumi engoliu seco e assentiu com a cabeça.

 

As três compartilharam um banho com um tempo moderado focado em conversas e carícias deixando o ambiente completamente abafado com as janelas enormes segurando a condensação da água. Zoey desenhou uma carinha e riu com essa pequena besteira. 

 

Elas saíram do quarto mas Mira logo foi puxada pela cintura e colidindo com o corpo da mais jovem. As duas começaram a se beijar com os corpos molhados. Os braços da mais alta entrelaçados no pescoço da mulher e a trazendo para perto.

Zoey era pequena mas ela era forte, suas mãos foram até as coxas da mulher e a puxaram para cima retirando as do chão, logo abraçaram sua cintura e a lingua de Mira começou a deslizar pela sua boca querendo mais a cada instante quando os passos eram dados até a cama California King.



As costas de Mira bateram na cama, nos lençóis caros de 400 fios. O frio do lençol arrepiou seus corpo inteiro fazendo a huntrix mais nova soltar um gemido de necessidade.

O beijo consumia as duas e seus corpos traíram com a tremedeira e os músculos falhando pela fome de sempre querer mais.

Rumi via como as duas estavam.

As pernas de Mira ao redor do quadril de Zoey, enganchada na saliência da bunda, tremiam por necessidade. As costas de Zoey já estavam coradas, assim como seu rosto.

A saliva se esticando quando Mira puxada a língua para fora apenas para morder os lábios da mulher.

Era tudo excruciante.

 

Zoey sentia o gosto salgado da língua de sua namorada enquanto começava a abaixar seu quadris na boceta dela. A mulher de cabelos vermelhos gemeu no meio do beijando seguindo o movimento dos corpos sentindo todo seu corpo amolecer como vidro derretido.

 

“Mira…” Zoey gemeu o seu nome no meio do beijo agarrando sua cintura a trazendo mais para perto.

 

A mão direita de Mira vai até o rosto da mulher que está acima, a ponta dos dedos fazendo carinho onde há uma cicatriz profunda perto da sobrancelha de uma batalha antiga. A ponta do polegar esfregando sobre o lábio inferior até uma lingua se projetar para fora e puxar ele para dentro da boca.

Mira geme alto esfregando-se na sua namorada enquanto sente o calor da boca dela em seu dedo.

 

“Eu preciso de você Zoey.” Falou ela com uma voz necessitada, a mão livre arranhando as costas com força fazendo o corpo da mulher tremer.

 

“Eu estou aqui para você minha rainha. É só pedir.” Ela fala arrastando mais ainda seus quadris e começando a sentir a excitação de Mira molhando-a. Seus lábios passam para o pescoço para depositar beijos abertos. Mira olha para cima dos ombros de Zoey e vê Rumi no início da cama em pé com um dos joelhos no colchão.

 

Seu peito subindo e descendo rápido, as marcas vibrando sobre seu olhar, e os seus olhos encarando como se fosse a primeira coisa que ela comprou com seu dinheiro. Algo que demorou tanto para se conquistar mas que após o feito o olhar de admiração e carinho sobre jamais mudou. A mulher mais velha se mostra para as duas, jogando sua cabeça nos travesseiros, gemendo alto e esticando o corpo para o alto para expor a curvatura de seu corpo já marcado por chupões. 

“Eu… Porra, eu…” Ela gemeu “Eu preciso de vocês duas. Dentro de mim.”

 

Zoey gemeu.

 

“Ok, porra, ok.” Ela falou descendo os lábios para os seios, mordendo enquanto via o corpo tremer e ansiar por um toque.

 

“Brinquedos?” Perguntou Rumi passando suas mãos delicadas pelas pernas da mulher que saíram de onde estavam pela movimentação do corpo da mais nova e fincaram no colchão.

 

Como resposta sua namorada assentiu violentamente até sentir uma língua no bico de seu peito. Seu corpo convulsionou com o toque.

As costas formaram um arco e um gemido alto e necessitado saiu de seus lábios.

 

Rumi sentiu um arrepio na sua coluna com o som e a visão das suas duas namoradas sendo consumidas por luxúria.

Seus pés começaram a se mover até o closet, as mãos formigando de prazer, uma dor prazerosa nascendo no início de sua boceta, o suspiro pesado saindo de seus lábios e seus olhos revirando de prazer apenas de escutar os corpos das duas de longe e o barulho de seus corpos.

 

Ela chegou até a gaveta que elas guardam os brinquedos, ela uma cômoda que cada gaveta tinha uma categoria. Distraída pelo momento, ela abriu a primeira gaveta ao invés da certa. A primeira gaveta destinada aos itens de bondage.

Cordas de cânhamo vermelha, roxa, preta e branca brilhando com a luz. Seus dedos passaram sobre elas pensando nisso, mas só de imaginar todo o processo de higienização que teria que fazer após os usos dela desistiu por pura preguiça. Na mesma gaveta viu sua coleção de coleiras que estavam em caixas de acrílico e isso lhe deu uma ideia.

Uma coleira de metal com correntes de aço que ela mesma forjou, para prender um cadeado de coração de cobre atrás do mesmo iniciais R e M; outra coleira de couro rosa trançado por toda a extensão, o feixe era um pingente com as iniciais M e Z. Outra destinada a apenas Mira era também de couro, preto com o interior com camurça vermelha, o pingente sendo um R e um Z feitos de obsidiana e foi exatamente esta que ela pegou.

Tirou da caixa e o cheiro de couro que se pronunciava forte no ar. Porém ela pegou uma corrente de couro trançado ao invés do que seria a normal. Colocou-a em cima da cômoda para abrir a segunda gaveta que era de vibradores.

 

Cá entre elas, a coleção de vibradores e dildos eram formidáveis. Todos feitos com silicone médico, sensível ao toque e a maioria sendo controlados por aplicativos e controles. Rumi pega o seu bullet favorito que era o mais simples: preto com o controle de velocidade da base dele.

Colocou ao lado da coleira e abriu a terceira gaveta. A gaveta de dildos.

O que ela mais gostava era o rosa de silicone translúcido, com a circunferência grossa e a ponta curva para bater onde os olhos de Mira sempre reviravam. Para Zoey ela escolheu seu dildo de tamanho médio com a circunferência um pouco menos mas que continha texturas ao redor e a cabeça dele maior com uma ponta de características monstruosa com sua cor degradê sendo roxo e azul com glitters seguros para o corpo humano imitando uma nebulosa.

Escolheu o arreio de Zoey de couro para dar estabilidade à peça, já o seu colocou um arreio de couro marrom inspirado em arreios de escalada focando em estabilidade para seu quadril já que a peça que havia escolhido era mais pesada.

 

Rumi voltou, começando a escutar gemidos altos de Mira. Gemidos agudos de necessidades.

 

“Porra Zoey!!!” Ela gritou.

 

Rumi entrou no quarto e viu Zoey a chupando. As pernas de Mira sobre os ombros da mulher que com suas unhas arranharam e fincavam nas coxas da mulher. As mãos de Mira com suas unhas pretas em formato stiletto já tinham arranhado metade das costas da mais nova que continha os filetes de sangue escorrendo por toda extensão da sua coluna. Zoey gemeu necessitada de mais contato enquanto sentia o líquido picante e doce que escorria da boceta de sua mulher em toda sua boca, o rosto inteiro ficando molhado quanto mais Mira segurava sua cabeça como porto seguro para mantê-la parada e esfregar toda sua boceta nela. 

Rumi subiu na cama deixando os brinquedos ao lado no pé da cama, e começou a distribuir beijos pela coluna de Zoey. Subiu os beijos para o tornozelo de Mira com a boca aberta, beijando seu pé que estava limpo, passando a língua pela pele macia do peito do pé, indo até os dedos e chupando eles. Sua língua passava no dedo maior, a pele macia sendo amaciada pela superfície molhada e confortável, colocou o pé sobre seu peito enquanto sentia a bunda de Zoey pressionar em si. Mira a encarou com os olhos famintos. Seu rosto estava suado, as bochechas vermelhas assim como a boca que escorria uma gota de saliva. Os olhos foram para o pé da cama vendo o que a noite lhe esperava, os olhares se cruzaram com surpresa e foi tempo suficiente de ver Rumi passar seu indicador pelo sangue escorrendo das costas de Zoey e levá-lo até a língua. Mostrou a língua vermelha de sangue e beijou o calcanhar que estava apoiado em seu esterno e encarava-a com seus olhos de predador.

 

“Porra…” Ela xinga baixinho sentindo seu corpo estremecer e o orgamos começar a dar as caras.

 

A mulher mais velha leva sua mão direita para os cabelos pretos e puxou para trás com uma força considerável fazendo a boca se soltar da boceta molhada em um estalo profundo. As pernas de Mira tremeram violentamente, um gemido alto e necessitado saía da sua boca tremendo os lábios e um fio de sua excitação conectava a boca de Zoey a sua entrada. Zoey sorri com a força desnecessária sentindo seu próprio corpo pulsar.

Rumi beija suas costas até chegar na orelha, olhou para baixo vendo Mira completamente aberta para ela, exposta, com a saliva de Zoey e sua própria excitação escorrer pelas dobras. O lençol abaixo um pouco molhado.

 

“Senti falta dessa sua força” Falou a mulher de cabelos pretos mostrando o pescoço para receber um beijo molhado atrás da sua orelha.

 

A mulher de cabelo roxo sorri virando o rosto da que estava sobre seu domínio e a beijou. O gosto doce da boceta de Mira ainda estava na sua boca, a língua se movendo parecendo querer captar toda aquela excitação.

Zoey terminou o beijo mordendo o lábio inferior, com um fio de saliva conectando as duas que olharam para a namorada necessitada e molhada deitada na cama.

 

Mira era linda.

Suas roupas largas escondiam o seu corpo tonificado. O abdômen marcado subindo e descendo rápido, seus braços fortes mas delicados e suas coxas com os músculos definidos saltando para fora.

O suor escorria pela sua clavícula passando entre os seios com os mamilos bronzeados com hastes de metal enfiada neles que a endeusava cada vez mais.

 

“O que vocês prepararam para mim hoje?" Pergunta ela com a voz perigosa.

 

Rumi estende sua mão, que estava com a coleira e foi em direção ao pescoço da mulher sem nem falar nada. Os dedos colocando as tiras de couro em volta da nuca enquanto a sentia tremer sobre os polegares. O cheiro do couro legítimo se aprofundou nas narinas da mulher a deixando completamente atordoada. Zoey pegou a corda trançada, passando-a entre os dedos até abrir o mosquetão e colocar na grande argola de metal que esperava ansiosamente. A mulher enrola a corda sobre sua mão e começa a puxar Mira lentamente para se sentar. 

As três se olharam profundamente.

Mira se aproximou da meia demônio e começou a beijá-la indo atrás de um porto seguro.

O beijo era doce, confortável. Mira sentia a língua de Rumi dançando sobre a sua, o gosto da saliva invadindo-a. Sua mão foi até as coxas da mulher procurar um apoio enquanto seu pescoço era puxado para perto. Uma mão desceu até seu seio que fez seu corpo inteiro arrepiar, as costas arquearem e ela gemer no meio do beijo.

A respiração de Rumi batia em seus lábios que ainda restavam um resquício de sangue que a deixava tonta.

Zoey viu a dança de língua, sentiu o corpo das duas tremerem. Os dedos esguios de sua namorada mais velha começando a apertar um dos piercings presente nos seios de Mira.

Seu rosto avançou, depositando um beijo na bochecha das duas, escutando o barulho molhado que fazia seu corpo inteiro se arrepiar. A excitação crescendo sobre si. 

Então ela avançou com a boca, invadindo sua língua na língua de suas namoradas e as três gemeram imediatamente.

A boca das três começou uma dança bem coreografada, algo que havia sido planejado a tempos fazendo o corpo de todas ali estremecer com o corpo queimando de tesão.

As línguas se enroscaram fazendo um barulho que as fez estremecer, os lábios escorregadios ainda absorvendo o gosto de Mira pela boca de Zoey. Os lábios se enredando como um nó de marinheiro.

Rumi começou a sentir sua cabeça girar e a excitação começar a escorrer pelas dobras.

 

Era tudo inevitável.

 

Mira começou a se sentir fraca, os braços começaram a tremer, sua excitação começou a doer quando mais ela sentia seus lábios serem mordidos pelas duas. Suas mãos formigam. Uma mão de Zoey possuiu seu pescoço, o lábio beijava e mordiscava cada vez mais ousado, o grosso líquido de sua excitação que ainda estava na boca dela sendo compartilhado e isso fazia a cabeça de Mira girar. Ela teve que se distanciar fisicamente do beijo com uma súplica alta mas suas namoradas continuaram a se beijar. Zoey colocou as mãos no pescoço cheio de marcas apertando levemente com uma possessão não dita. O beijo foi lento e demorado com os lábios dançando, compartilhando um momento especial. A luxúria consumindo os corpos presentes juntos dos barulhos. A saliva se misturando como água doce e a água salgada.

Era uma droga, uma droga psicodélica que fazia Zoey sentir sua perspectiva de mundo se abalar.

As duas pararam de se beijar só quando o fôlego acabou. Zoey e Rumi encostaram as testas enquanto o peito subia e descia e uma respiração ofegante saía de seus lábios. 



“Eu sei que eu trouxe algumas coisas" Falou Rumi ofegante, virando para Mira, pegando sua mão e beijando “Mas não somos obrigadas a usá-las meu amor. Queremos te fazer sentir confortável hoje." 

 

Mira beija a palma da mão de Rumi.

 

"Eu sei disso. Mas eu quero vocês” Ela olha para as duas, segurando a mão de Zoey e levando para seu rosto. A mão de Rumi em seu lado direito e a de Zoey no lado esquerdo. “Vocês duas. Dentro de mim.” Ela fala com uma força na voz fazendo Rumi engolir em seco.

 

“Verde, amarelo e vermelho?” Pergunta a mais nova das três.

 

Era um código onde elas sabiam que iria acontecer uma cena, algo tão intenso sexualmente que precisaria de suas palavras de segurança. Verde para ir, amarelo para parar por um momento e vermelho para parar com a cena inteira.

 

“Verde, amarelo e vermelho.” Confirmou Mira olhando nos olhos das duas.

 

Isso foi o suficiente para selar o destino desta noite.

Elas instruíram Mira a ficar ajoelhada na cama enquanto colocavam os arneses e pegavam lubrificante à base da água. Rumi pegou o bullet preto e se ajoelhou na frente de Zoey. O dildo dela saindo dos quadris e as duas trocaram um olhar profundo.

O ar do ambiente mudou completamente ficando mais pesado e mais denso, como se a noite estivesse esperando o caos.

Rumi beijou as coxas brancas da mulher deixando uma marca de mordida resultando em um puxão forte nos cabelos soltos. Zoey suspirou forte enquanto sentia a dor aguda e deliciosa em sua coxa.

A língua do meio demônio começou a subir deixando um rastro quente fazendo o corpo da mais jovem tremer e um gemido sair de sua boca. As duas se olharam e Rumi viu em tempo real a pupila dilatando por pura luxúria então, começou a deslizar sua língua para cima, indo em direção a o dildo que saia dos quadris de sua namorada. A saliva molhava o silicone macio que imitava a pele humana e foi subindo, o corpo da própria tremendo e implorando para ser preenchida. Mas a noite era sobre outra coisa.

A língua de Rumi subiu até a cabeça, ela era maior do que o corpo inteiro, com uma ponta curva e texturizada. Algo monstruoso.

Olhou para cima, sentindo uma mão firme em seus cabelos e enrolava os cabelos na mão. O olhar de Zoey a matava, a boca entreaberta com a respiração pesada mas ansiosa.

Então, com um ato de coragem deslizou a boca para baixo.

Sentiu todo o estiramento em sua boca, a textura do objeto abraçando sua língua e seu céu da boca. Zoey gemeu alto com a cena e jogou a cabeça para trás. Mira encarava a situação sentindo sua excitação molhando mais ainda o lençol, seus dedos indo até sua boceta e fazendo círculos impiedosos sobre seu clitóris. A tira começou a se afundar mais até a cabeça grossa bater ao fundo da garganta e sua boca no início do quadril de sua namorada.

A textura de bolinhas fazendo sua garganta se mover mais ainda.

Os olhos começaram a arder assim como seu maxilar, Zoey projetou para frente enquanto segurava a cabeça no mesmo lugar. Soltou um gemido alto, vendo a cena de Rumi a encarando, suprindo a necessidade de não vomitar, enquanto seus olhos lacrimejavam.

Era simplesmente para se mostrar, todas ali sabiam disso, mas o simples olhar delas sobre Rumi pegando todo o comprimento em formato de um dildo com características monstruosas fazia seu corpo inteiro pegar fogo.

Então ela engasgou, um desespero a consumiu então empurrou Zoey com suas mãos em suas coxas.

Sua boca subiu fazendo um pop up, ela olhou para cima tentando respirar, lágrimas escorreram pela sua bochecha e seus lábios estavam inchados, o polegar de Zoey sobre seu queixo limpando a saliva que conectava o comprimento e seus lábios rosados.

 

“Você é fodidamente gostosa meu amor” Falou a garota de cabelos pretos.

 

Os dedos de Rumi ligaram o pequeno vibrador e começaram a se ajeitar na boceta de sua namorada. A vibração baixa foi configurada e quando ela arrumava o bullet entre o clitóris e a cinta ela podia muito bem sentir a umidade quente e viscosa que invadia seus dedos. Subiu o olhar e sugou-lhe os dedos para captar toda umidade. O gosto doce invadiu suas papilas gustativas  

 

As duas se levantaram e foram em direção a Mira. A cama se afundou com o peso delas, Rumi ficando de joelhos à sua frente enquanto Zoey a abraçava por trás. 

Mira sentia toda extensão nas suas costas, roçando em sua bunda. Sentiu beijos molhados por seus ombros que lhe davam conforto, a tensão de seus ombros sendo dominada por puro desejo de ser fodida pelas duas mulheres.

A meio demônio beijou suas mãos, se aproximou, deu um beijo carinhoso em sua bochecha. Os olhos brilhantes se encontram como um tufão fazendo Mira engasgar com a própria respiração.

Rumi desceu os beijos para o pescoço longo e definido.

Ela se demorou lá, sentindo a textura da pele de Mira, os arrepios, dos suspiros em seu ouvido e as mãos em seus ombros o apertando, as unhas mordendo a carne macia que continha suas marcas mais expostas. Mira deixou sua cabeça pender para trás, nos ombros de Zoey, que apertava sua cintura e com os dedos exploratórios se aproximava de seus seios.

Seu corpo inteiro formigando, os beijos, os suspiros e toda a exposição a deixava com a cabeça girando.

 

“Está tudo bem?" Disse Rumi descendo seus lábios para o topo macio de seus seios.

 

“Sim…” Disse Mira subindo as mãos delicadas e fazendo carinho nos fios roxos.

 

A língua de Rumi era quente, deixava seu corpo em chamas. Zoey segurava os seus seios para Rumi, deixando seu corpo completamente exposto. Suas mãos desceram e se agarram nas coxas de Zoey.

 

“Droga, caramba" Mira murmurou.

 

Rumi e Zoey riram e o ar que saiu das bocas delas e entrou em contato com sua pele a fez entrar em combustão.

 

Rumi começou a descer mais e mais a língua sentindo o gosto salgado da pele de sua namorada que abraçava suas papilas gustativas. Então ela olhou para baixo e viu seu corpo.

O corpo brilhando com a luz que entrava da cidade, os volumes dos seios e os mamilos furados por piercings dourados que brilhavam como ouro, a pele dela reluzia como diamante implorando para ser tocada.

Quando as pontas de seus dedos tocavam, os seios sendo apoiados pelas mãos de Zoey, tudo tremia e as respirações eram profundas e ansiosas.

 

Rumi admitia secretamente que ela era uma pessoa de peitos, principalmente os de suas namoradas. Mas tinha algo em Mira que ela não sabia o que era.

Não sabia se era o gosto de sua pele, o tamanho perfeito que encaixava e sobrava sobre a palma de suas mãos, se eram suas reações tão cruas ou se era a sua necessidade de agradá-la que a deixava tão inserida nessa realidade que ela era consumida pela luxúria.

 

Sua língua avançou para o seio esquerdo de Mira. Seu corpo se formou como um arco, a boca se abriu mas não saiu nenhum um som, a mão em seu cabelo se apertou e as coxas queriam fechar. Foi como um choque elétrico.

 

Mira sentia que poderia desmaiar com o toque em seu peito, uma onda elétrica ia até sua boceta necessitada e a fazia doer de ansiedade para ser tocada.

 

Parece que as três pararam de respirar, as duas apenas focadas em como o corpo de sua adorável namorada tremia e as coxas convulsionaram.

 

O barulho de sucção quebrou o silêncio e fez Mira finalmente gemer alto.

O gemido automaticamente fez o corpo de Zoey se derreter onde estava e Mira colocou suas mão nas costas da namorada para puxá-la para si e não deixar seu corpo derreter para o colchão.

Mira sentiu algo batendo em seu abdômen, ainda confusa com a névoa da excitação suas mãos trêmulas foram até o que bateu e sentiu um tubo que Zoey segurava.

Ela pegou o lubrificante das mãos da mulher a sua frente, colocou uma quantidade em sua mão esquerda e com a direita entregou para a mulher atrás de si. Escutou um barulho de esguicho mas foi inibido pela reação de sua namorada de cabelos roxos.

 

As duas se olharam.

 

Mira levou suas mãos para o dildo rosa e transparente e começou a esfregar suas mãos cheias de lubrificante com um movimento de vai e vem. Os quadris se projetam para frente e Rumi gemeu alto enquanto olhava a cena. As mãos esguias de Mira indo para cima e para baixo, espalhando o líquido transparente e aquecendo o silicone.

Rumi levou suas mãos rapidamente para a bunda da sua namorada e a puxou para o colo.

Zoey olhava aquela cena e seu coração pulava de seu peito, os olhos vidrados na situação deixava seu corpo em constante derretimento.

 

“Cor?" Certificou Rumi.

 

“Verde pra caralho" Disse Mira segurando o vibrador rosa e esfregando toda a extensão em sua boceta.

 

E porra era isso que ela precisava.

A fricção fazia barulhos que deixavam seu rosto formigando de vergonha, seu corpo tremia e uma descarga elétrica de excitação corria por todo seu corpo. 

 

Ela arfou. 

 

Rumi depositou beijos abertos por todo o esterno de sua namorada, Zoey começou os seus beijos das omoplatas até o pescoço. 

 

“Eu consigo ouvir o quão molhada você está" Ronronou Zoey. 

 

“Sim?" Perguntou Mira. Seu rosto já estava corado assim como todo seu peito. Gotas de suor escorriam por seu corpo e o ar ficava mais quente quanto mais ela se movia. 

 

As unhas de Rumi quebraram a pele de suas coxas e filetes de sangue apareceram. Isso causou uma excitação extrema. Mira gemeu e posicionou o dildo na sua entrada, a dor alimentando sua excitação cada vez mais.

A cabeça começou a se acomodar em sua entrada, o seu corpo arqueou procurando um apoio, sua boceta pingando no Strap como se pertencesse àquele lugar.

Zoey via as costas de mira, a via ser aberta e colocada lentamente sobre aquele dildo que alargava sua entrada.

A vibração em sua boceta aumentava toda a excitação da cena. Os gemidos de Mira e seu corpo derretendo como vidro nas mãos fortes de Rumi que beijava seus lábios com ferocidade mas de vez em quando abria seus olhos para encarar a mulher mais nova que via as costas brancas de Mira ficarem vermelhas.

O líquido do lubrificante escorrendo da ponta de seu dildo até as coxas, mal espalhado mas nada supera como a boceta de Mira estava sendo aberta e coberta.

Como a excitação dela molhou ainda mais o dildo, que parecia que pulsava com qualquer movimento para cima, como se ansiava por isso. Era lindo. Fodidamente lindo.

Mas seus pensamentos foram tirados de lá quando sentiu uma mão em seu pulso e era da mulher que estava sendo fodida.

Seu rosto corado estava virado para sua direção enquanto a boca de Rumi descia para os seios e chupava cada vez mais, as mãos da meia demônio fincando as unhas traiçoeiras nas coxas, a mão delicada a puxou para cima.

Zoey abraçou seu corpo mas deixou que Mira a guiasse. Seus dedos indo em direção ao brinquedo saindo de suas pernas, e puxando-a por ele.

 

“Eu preciso de você” Pediu ela e soltou um gemido logo em seguida após Rumi subir com seus quadris. “Porra…” Ela disse revirando os olhos.

 

Zoey apenas afirmou com a cabeça perdendo o som de sua voz. Mira se projetou para frente apoiando seus cotovelos nos ombros de Rumi deixando sua bunda completamente exposta e ao ar livre.

 

“Você sabe o que fazer.” Disse ela. “Apenas faça olhando para mim.”

 

A mulher engoliu em seco, concordando com a cabeça. 

Seu corpo foi para frente e então viu mãos cheias de marcas roxas abrindo a bunda. As duas estavam olhando para ela.

Seu corpo entrou em colapso e parecia que iria explodir.

Ela viu o anel apertado e bronzeado de Mira, aquele que tremia por um toque. Então levou sua mão até a entrada dela, onde sentia seu corpo inteiro tremer e o dildo de Rumi molhado. A boceta de Mira abraçando seu polegar. Era quente, molhado e uma textura de veludo e era luxurioso.

Molhou-lhe o polegar e foi até o que lhe chamava, o que lhe implorava para ser usado. Passou o polegar esquerdo, com todo aquele líquido por fora fazendo a mulher gemer e tremer de ansiedade.

O anel apertando pulsava na ponta de seus dedos, o corpo de Mira começou a suar e ela começou a gemer alto. Rumi a fodia, seus olhos reviraram a cada estocada e os cabelos caíram em cascada sobre seus ombros cheios de mordidas.

 

Zoey pressionou seu dedo lentamente, lentamente e lentamente. Até que a ponta de seu polegar entrou e o corpo de Mira não aguentou e se desmontou. Mole e suando.

 

Necessitado.

 

Rumi começou a beijar seu pescoço enquanto via Zoey enfiar seu polegar inteiro, sentindo ele se apertar e ser contraído.

 

Era inebriante para caralho. 

 

Com a mão livre esfregou nas omoplatas de Mira.

 

“Respire, estamos aqui” Disse ela puxando os cabelos vermelhos para trás deixando o rosto levado para o teto.

 

“Porra vocês duas são… Tão gostosas.” Ela falou com dificuldade, começando a descer seu quadril.

 

As duas ainda estavam imóveis, esperando alguma luz verde e não demorou para acontecer.

 

“Zozo, por favor, coloque ele. Me preencha.”

 

Ela engoliu em seco.

 

“O que você quiser minha rainha.” Respondeu ela depositando um beijo no ombro.

 

O polegar saiu rapidamente e deu lugar para a cabeça grossa do dildo azul e roxo. Mira sentiu seu anus se alargar divinamente, sentiu sua bunda ser usada e aberta do jeito que ela queria.

A respiração de Zoey começou a ficar pesada e ela começou a pensar todas as coisas que queria fazer com sua namorada, com suas namoradas. As suas mãos começaram a ficar suadas, mas isso não impediu de segurar a base do brinquedo com sua mão esquerda.

A textura do silicone não deixava a situação melhor, parecia que ela tinha um pênis e isso fazia sua cabeça girar.

Os seus seios encostavam nas costas de Mia e estava tudo quente.

De repente Mia estava ciente das peles de suas namoradas encostada em você, Cada centímetro a mais fazia uma ardência saborosa percorrer seu corpo.Zoey beijou as costas, o pescoço, seus seios tocavam sua pele. O a língua de Rumi em sua clavícula e a respiração pesada junto com os elogios de Zoey na sua orelha estava deixando seu corpo mole.

Então a textura do dildo, as bolinhas que eram esculpidas na sua base com alguns traços para deixar mais estilizado a enlouquecendo, a abraçava como o inferno abraça o capeta. O seu corpo começou a implorar para ser fodido, o clitóris doía pela renegação e era como se fosse demais.

E foi demais.

A ponta do dildo que estava entrando em sua bunda chegou ao final colando nas paredes sensíveis, o corpo dele a preenchia da forma mais crua, e seu começou a sentir seu corpo inteiro tremer. Ela podia sentir a base do couro entrando em contato com sua pele, a coxa de Zoey lhe dando apoio. 

Ela sentia o silicone das duas secando e se prendendo à parede de sua boceta e de sua bunda. O corpo sentiu o estiramento em sua bunda como se fosse nele inteiro, e a dor aguda começou a aparecer a ponto de deixar sua ansiedade dominar seu peito.

Suas coxas começaram a vibrar, sua respiração começou a ficar compassada e os tamanhos dos brinquedos pareciam demais. Ela conseguia sentir uma mínima vibração dentro dela dado ao brinquedo que Zoey usava, mas ela sentia reverberar por todo seu corpo. A boca se abriu em um gemido doloroso.

As unhas que estavam nos ombros largos de Rumi começaram a apertar a ponto de sentir a pele ficar molhada por sangue. Seu peito foi para o ar e a eletricidade que percorria ele todo e terminava em sua buceta começou a ser algo que a dominava.

Ela não conseguia falar.

E suas garotas perceberam.

 

Zoey olhou Rumi nos olhos.

Seu corpo começou a tremer, as coxas e os braços. O peso não existia mais, o pescoço pendeu para trás apoiando em Zoey. As mãos nos ombros de Rumi começaram a apertar com força fazendo filetes na pele com os padrões roxos.

Suas namoradas estavam se entreolhando preocupadas. Rumi esfregou sua mão nas coxas de Mira.

 

“Respire minha querida…” Disse ela parando os movimentos dos quadril após reparar que a respiração começou a ficar ofegante e lágrimas se formaram em seus olhos.

 

“Estamos aqui…” Disse Zoey afastando um pouco se dildo, e quando ela retirou metade dele um fio de eletricidade percorreu o corpo de Mira e ela sentiu seu clistóris pulsar.

 

Mira começou a tremer quando foi retirado, suas pernas começaram a entrar em choque. Seu coração começou a bater para fora do peito. O strap que estava de Rumi que estava ainda dentro dela fazia suas mãos ficarem suadas querendo cada vez mais algo que seu corpo pedia para parar.



“Eu sou amarelo.” Ela falou arranhando os ombros de Rumi mais ainda, deixando seu corpo cair em Zoey. Tentando controlar a ansiedade.

 

Rumi beijou o esterno e esfregou carinhosamente os quadris com as pontas dos dedos.

Elas se conectaram pelo olhar.

 

“Está tudo bem, nós sabemos.” Disse Rumi parando as carícias na coxa dela pois sabia que isso a hiperestimulava.

 

“Não saiam, eu não sou vermelho mas acho que vou precisar de mais lubrificante. Nas duas.” Disse Mirra com seu corpo totalmente apoiando em Zoey. A ansiedade começou a diminuir enquanto sentia a segurança a envolvendo.

 

Zoey se retirou mais ainda, o dildo fazendo um baralho de POP quando saiu de onde estava deixando a alça encostada na bunda da sua namorada.

Mira levantou os quadris para tirar o que estava dentro de sua boceta.

 

Zoey pegou o lubrificante molhando a peça que se projetava dos quadris fazendo um barulho molhado alto que deixava Mira tímida.

Rumi fez o mesmo, sua mão começou a masturbar o comprimento enquanto encarava Mira. A mulher de cabelos vermelhos olhava para baixo com a boca aberta vendo as mãos finas mas firmes ao mesmo tempo e isso a deixava mole. Um fio de excitação percorria seu corpo inteiro.

Demorou alguns minutos para o corpo de Mira voltar ao normal, para ansiar o toque de suas namoradas. E de repente os beijos de Zoey nas suas omoplatas faziam seu corpo acordar e derreter. Um gemido escapou de seus lábios quando Rumi passou a língua exploratória por um de seus mamilos.

 

Mira levantou seus quadris.

 

“Me preencham” Ela sussurrou necessitada.

 

Rumi esticou e passou a cabeça do penis de silicone sobre o clitóris de sua namorada e os quadris se projetaram e começaram a se esfregar. As três gemeram com esse movimento.

 

“Você está pronta?” Perguntou Zoey levantando a bunda de Mira para cima colocando o brinquedo na direção correta.

 

“Sim” Ela responde com firmeza.

 

Rumi e Zoey projetaram os quadris para frente juntas a preenchendo. E porra, ela queria tanto aquilo.

Ser preenchida e sentir seu corpo derreter e sucumbir às pessoas mais gostosas que ela já teve o prazer de conhecer.

 

“Eu preciso de calma ainda. Deixe eu me mover.”

 

As duas assentiram.

Mira começou o movimento de subir, sentindo os dois dildos apertando o períneo e fazendo seu corpo tremer em ansiedade. Porra era bom demais e ela só conseguia pensar em como era gostoso ser fodida assim por elas. E elas já tinham feito isso milhões de vezes e era sempre assim, sempre destruidor e ela sabia que ia esguichar quando gozasse.

Seu corpo subiu a ponto de quase deixar eles saírem, então ela começou a descer seu corpo e faltando alguns centímetros ela desceu seu quadril com força. O dildo de Rumi bateu exatamente onde ela queria e puta merda, ela viu estrelas.

As três gemeram e algo estava selado ali, que ela ia ser fodida a noite toda.

 

“Verde.” Ela fala alto e bom tom.

 

Foi o necessário.

Rumi segurou seu quadril com força e começou a fode-la com convicção, o dildo começou a bater e esfregar nela enquanto seu clitoris era atingido por tapas e um material de couro deixando tudo mais incrivelmente gostoso. Zoey ajeitou seu corpo, empurrando as costas de Mira para frente e ajeitando seu corpo para começar a se mover. Era movimentos longos e fortes, sem nenhuma delicadeza.

 

“Você é nossa boa garota, não é?” Falou Zoey segurando a guia da coleira preta que estava ao redor do pescoço puxando para trás para levantar o rosto dela e ver a saliva caindo de seus lábios abertos por gemer.

 

“S… Sim porra, eu sou a boa garota de vocês. Me usem por favor” Ela fala levantando e descendo seus quadris.

 

Zoey vendo a cena ela projeta seu corpo totalmente para frente instruindo Rumi a deitar. Foi isso que ela fez.

As duas se olharam sobre o ombro da mulher da qual estava sendo fodida e compartilharam um beijo. No meio do beijo começaram a aumentar os ritmos dos quadris, sentindo o corpo da namorada delas tremendo e gemendo mais ainda quando escutava o barulho da boca das duas se movendo.

 

“Por favor… Eu preciso, eu preciso gozar.” Implorou Mira.

 

Ela sentia seu corpo inteiro sucumbir, seu corpo tremer, sua boceta doer, um arrepio percorria ela e o corpo doía para ser satisfeito. Ela estava tão apertada que as estocadas que ela recebia ficaram mais fortes e difíceis de deslizar a cada segundo.

 

Então um som estalou pelo quarto. Uma sensação quente e ardente irradia sua bunda.

 

Um tapa.

 

“Porra Zoey…” Disse Rumi jogando a cabeça para o colchão e gemendo.

 

“Você acha que ela merece gozar?” Perguntou a mais nova para a mais velha.

 

“Não, ela precisa esperar a gente, não é? Disse que aguentava-nós e agora irá aguentar.” Respondeu Rumi enquanto a fodia mais forte mesmo deitada.

Rumi não estava longe de Mira, seu corpo inteiro derretendo e ela não sabia daonde vinha sua força para foder a garota, a sua boceta vermelha e sensível estando implorando por um toque e ela já sentia seu corpo tremendo.

Zoey também estava assim, mas ela reprimia o orgasmo para ser algo conjunto. O vibrador em seu clitóris a levando para loucura, suas coxas tendo câimbra e seu corpo inteiro tremendo, o suor do seu rosto escorrendo pelas costas de Mira.

 

“Por favor… Eu não vou aguentar mais” Falou Mira com os olhos lacrimejando.

 

As duas mulheres se olharam e conversaram pelo olhar.

 

Rumi segurou os quadris de Mira e começou a jogar para baixo, ela sentiu o impacto do corpo no seu clitoris e começou a sussurrar que ia gozar para as duas. Zoey deu uma última estocada, sentindo as costas de Mira falhando. Ela deixou o dildo la, preso, e começou a se esfregar fazendo as vibrações em seu corpo aumentarem a ponto de seus dedos começarem a formigar. 

 

“Goze para nós meu amor, goze junto conosco.” Falou Rumi beijando-a.

 

E foi assim, que as três gozaram juntos. Uma súplica de Mira falando que estava gozando, gemidos altos de Zoey eram abafados pela pele vermelha e suada de Mira. Rumi jogou o corpo para frente, abrindo a boca mas não saindo nenhum som. Os corpos tremendo juntos, em uníssono, o gozo se Mira transbordando de sua boceta e molhando o quadril de suas namoradas, pingando pelo lençol já úmido. 

 

“Cacete…” Disse Zoey com seu corpo jogado em Mira.

 

“Vermelho” Falou Mira se sentindo extremamente sensível não conseguindo se mover mais.

 

As duas fizeram isso por ela. Elas imediatamente saíram do lugar com calma escutando o gemido de Mira quando ela não estava mais preenchida. 

As duas arrumaram o local, limparam Mira com um lenço umedecido. Enquanto Rumi segurava-a em seu colo, Zoey trocava o lençol e a roupa de cama.

Deixou as duas deitadas e foi atrás de água para todas.

 

“Obrigada.” Disse Mira deitada sobre os seios de Rumi, recebendo carícias nos cabelos cor de fogo.

 

“Você sabe que pode conversar com a gente sobre essas coisas, nós estamos aqui.”

 

“Sim… Eu sei, eu realmente sei.”

 

Ela recebeu um beijo na testa e logo a sua outra namorada voltou com aguas.

O restante da noite foi cheio de conversas, algumas profundas e outras não. Foi cheio de calor e carinho.


Foi o suficiente e foi o melhor para as três.

Notes:

Obrigada por vocês lerem! Desculpe algum erro ou alguma palavra que se encontra em inglês, porque eu não escrevi para postar em português sinceramente e revisar sozinha depois de escrever uma fanfic grande dessa ocupa muito o cérebro!